The world’s Greatest Dad – Robin Williams

Agosto 15, 2014 in MOVIES & PLAYS

Robin Williams

Robin Williams

 

“Costumava pensar que não havia nada pior do que acabar a vida sozinho. Mas há. O pior que nos pode acontecer na vida é acabar rodeados por pessoas que nos fazem sentir como se estivessemos sozinhos.”

CITAÇÃO DO FILME – “THE WORLD’S GREATEST DAD” – 2009

No Domingo à tarde, acabados de chegar de férias e ainda com vapores de cansaço da viagem, eu, a Clarinha e o Salvador, decidimos fazer uma coisa que adoramos e que só fazemos quando o pai não está… passámos o domingo de pijama! É um dos top programas cá de casa, por mais incrível que vos possa parecer. Como qualquer “Domingo de Pijama” que se preze, teve direito a filme do club de vídeo, neste caso da Zon, e, como sempre, tentámos ser consensuais na escolha. Depois de algum debate… acabámos por ver um filme que adorámos e que deixou muito que pensar. Chama-se “The world’s Greatest Dad” e terá sido um dos últimos e mais importantes filmes da carreira deste homem brilhante que, mal sabíamos nós, morreria poucas horas depois desta visualização. – Mal podia acreditar quando, na 2a feira, comecei a ver as primeiras imagens a aparecerem no meu Instagram. Tinha morrido Robin Williams. De uma forma bizarra, a realidade confundia-se com a ficção e o actor que no filme que eu tinha visto no dia anterior vivia o personagem de um escritor deprimido a quem morrera um filho por motivos de suicídio por asfixia… morria, ele próprio, deprimido e sob sérias desconfianças de suicídio. O mesmo tipo de suicídio que matara o seu filho na ficção.

Só vos posso dizer uma coisa. Se gostavam de Robin Williams e por qualquer motivo não viram este filme, aluguem-no. Está na Zon. Não sendo um filme fora de série, é uma das melhores interpretações que vi deste extraordinário ator. Ele faz o filme. Faz tudo. E a mensagem é poderosíssima. E curiosamente trata do fenômeno do endeusamento depois da morte, coisa, que pelo que tenho visto cada vez que abro o feed do Facebook lhe aconteceu a ele. Até frases que pertenceram a personagens que interpretou (como esta) lhe estão a ser atribuídas a ele como se tratasse de um génio do conhecimento. Vale mesmo a pena verem o filme!

Deixo-vos com o trailler…

Espero que tenham um ótimo fériado de Agosto! – Por estes lados nem faço grandes tenções de sair de casa…

MARIA

70’s SEXY GLAM – Dream Costume Design

Janeiro 28, 2014 in FASHIONABLE, MOVIES & PLAYS

Desculpem lá as que já começam a ficar fartas com esta minha ligeira obsessão por cimena. Ainda por cima com a aproximaçãoo dos Oscares a coisa agrava-se substancialmente, eu sei.

Na 6ª feira fomos ver o The Americarn Hustler (A Golpada). Nem me vou começar aqui a estender em elogios porque imagino que já deva ter sido tudo dito. Candidado a 10 oscares da academia… o filme é colossal. Obrigatório, mesmo! – Parece que tem tudo a seu favor… Uma história baseada em factos verídicos belissimamente contada por David O. Conner que mostra aqui, mais uma vez, ser um dos melhores realizadores da actualidade. O cast é do outro mundo…. o set design também está muito bem conseguido. Mas, queridas amigas… O que é que era aquele guarda roupa??

A única coisa que vou fazer hoje é mesmo só BABAR bastante para o guarda roupa da Amy Adams. A sério… Meu Deus… o que era aquilo?! – Sai da sala de cinema cheia de vontade de vestir um DVF wrap dress com um decote só um bocadinho mais comedido que os decotes da Sydney, umas tribute YSL douradas, um colar Gucci e  uns óculos Tom Ford daquels bem grandes. – What can I say?! Apaixonei-me pela personagem interpretada pela Amy Adams. Ela até pode não ganhar o Oscar, mas ninguém se vai esquer dela neste filme. Da forma intensa como interpretou este personagem… Depois deste filme, nenhum homem vai voltar a olhar para a “doce e singela” Amy da mesma forma! – Trust me! : ) Acho que, de uma maneira ou de outra, saímos TODOS da sala apaixonados por ela…

Escolhi algumas fotos em que a podem ver com autênticos modelos vintage DVF e Halston, acessórios Gucci e YSL. Alguns vestidos são interpretações do maravilhoso Costume Designer Michael Wilkinson que está mais do que de Parabéns por este seu projeto. Não há nenhuma cena em que não seja evidente uma atitude livre e natural em relação à moda. Vestidos justos e decotes profundos transmitem-nos a perfeita imagem do Glamour Sexy dos anos 70. Há sempre uma sensação de poder e liberdade quando olhamos para Sydney Prosser e é exatamente isso que nos atrai tanto em relação a ela!

Pronto… vou-me calar! – vejam o The American Hustler e depois venham-me cá dizer se eu não tinha razão!!!

Já agora não deixem de ver este curto video em que passam uma pequena parte da cena em que a Sydney tem acesso, pela primeira vez, a vestidos esquecidos por clientes ricos no quarto dos fundos da lavandaria do namorado. O wrap dress verde foi uma das imposições do realizador que quando esteve a fazer a sua pesquisa e encontrou a capa da News Week de Março de 1976 (em que a Diane Von Furstenberg foi fotografada com o seu iconico green wrap) achou que o teria de incluir de alguma forma no filme. Michael e a sua equipa acabaram por o encontrar numa loja vintage on-line. Se tivesse sido hoje e porque o wrap dress esta a comemorar os seus 40 anos, eles não teriam que ter procurado tanto. Bastava terem ido ao site DVF, porque foi feita uma reedição de originais em que este green print esta incluído. Ou seja, se alguém estiver com muita vontade de um 70’s revival, basta seguir o link da foto. Já fiz o trabalhinho todo por vocês… agora é mesmo só comprar!

[www.DVF.com]

BEIJINHOS PARA TODAS,

MARIA

Last night I felt in love with Django!

Fevereiro 4, 2013 in MOVIES & PLAYS

Django Unchained é sem a menor sombra de duvida o melhor filme que já vi de Tarantino desde o seu clássico e celebre Pulp Fiction. Preparem-se para 2:45 minutos que voam como se fossem 15. Não estou a exagerar! – O filme é exemplar em todos os aspetos. A história é maravilhosa. Fala-nos de racismo numa america sulista retrogada no final do século XIX, ao mesmo tempo que nos conta uma história de coragem, bravura, segundas oportunidades e amor. Mas, na verdade, é ainda mais. É o resultado de um casting exemplar, uma história perfeita, personagens incríveis, desempenhos fabulosos. Apesar de ser dificil esolher qual deles o melhor, Chrisloph Waltz é sem duvida a grande estrela do enredo, mais uma vez a brilhar de uma forma indiscutível num filme de Tarentino. Como quase sempre nos filmes deste realizador somos brindados com uma banda sonora brutal. O filme é épico! – Ri-me mais vezes do que imaginei! Mesmo durante as cenas mais violentas, existe sempre um fator de descontração quase como se estivéssemos a ver desenhos animados. A violência é levada a um extremo que deixa de parecer real. A forma como o sangue esguicha,  jorra e os corpos saltam tem sempre uma ligeireza de irrealidade o que ajuda pessoas mais impressionáveis, como eu, a seguir a narrativa sem ter que estar sempre a fechar os olhos. Apetecia-me ficar aqui a desbravar algumas cenas mas na verdade, nada chegará perto de irem, já hoje, e aproveitando os descontos de segunda feiram, ver Django! Não se pode perder!

Photo from my Instagram

DJANGO UNCHAINED

 In English

Django Unchained is without a shadow of a doubt the best movie I’ve seen since Tarantino’s classic Pulp Fiction. Prepare yourself for 2:45 minutes that fly like it’s 15. I am not exaggerating! – The film is great in every aspect. The script is wonderful. Tells us about racism in a southern retrograde America in the late nineteenth century, while also tells a story of courage, bravery, love and second chances. But in fact, it is even more. It is the result of an extraordinary cast a perfect story, amazing characters, fabulous performances. Although it is difficult to chose which one the best, Chrisloph Waltz is undoubtedly the star of the plot once again to shine in an indisputable way in a Tarentino movie. As always in a movie by this director we are treated to a great soundtrack. The movie is epic! – I laughed more times than I imagined! Even during the most violent scenes, there is always a cool factor, almost as if we were watching cartoons. Violence is taken to an extreme that no longer seem real. The way the blood spurts, and bodies bounce always has a lightness of unreality which helps more impressionable people, like myself, to follow the narrative without always having to be with eyes shut. I could start describing some of the scenes, but really, nothing will come close to going, today, and taking advantage of the Monday discounts, watch Django! You shouldn’t miss it!

 

 

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