My Lovely Birthday Brunch at the Ritz

Julho 4, 2017 in LET'S EAT!, MY HAPPY SELF

Brunch at the Ritz

Este ano, comecei o meu dia de anos da forma mais divertida e inspiradora que possam imaginar… e as fotos que resultaram desta minha festa ficaram tão queridas que seria um desperdício não as partilhar aqui com vocês!

Ao contrário dos últimos anos, estávamos em Portugal, o Rui tinha planeado um fim de semana na Comporta por isso achei que havia esta janela de oportunidade para poder estar com as minhas amigas e juntar-mo-nos para um pequeno almoço no Sábado de manhã, antes de irmos para a Costa Alentejana.

A minha ideia de “pequeno almoço de amigas” rapidamente evoluiu para um Brunch. Por isso acabei por escolher faze-lo no lugar onde sabia que seria MESMO memorável… No Ritz Four Seasons em Lisboa.

Brunch at the Ritz
Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

A sala do restaurante Varanda, onde acontece este Brunch todos os fins-de-semana (entre as 12:30 e as 16:30), tem uma mesa redonda que senta 12 pessoas, neste caso 13, que foi o numero exato de amigas que reuni para este evento… Claro que tive muita pena por aquelas que não estavam cá ou que por qualquer outro motivo não puderam ir, mas acabei por ter o numero ideal para nos sentarmos numa mesa redonda tão mais simpática, onde acabámos por ficar horas à conversa enquanto nos deliciávamos com as iguarias do Chef francês Pascal Meynard (distinguido com estrelas Michelin) e do pasteleiro Fabian Nguyen. Honestamente, é tudo tão delicioso e bem apresentado que nos sentimos num cenário de um filme…

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Para uma pessoa como eu que sou uma”control freak” disfarçada de cool, marcar este brunch no Ritz foi a melhor decisão. Eu sabia que ia estar tudo lindo, tudo delicioso… irrepreensível, sem eu ter de me preocupar excessivamente com nada. O meu único pedido foi para que o arranjo de flores fosse personalizado com um degradé de Peonías feito pelo Martins Alves que, para além de ser um querido amigo é o responsável pelos maravilhosos e imponentes arranjos florais do Ritz há muitos anos. E um bolo de anos feito por encomenda pela A Festa do Bolo, porque na nossa família, os bolos das ocasiões especiais serem feitos pela Silva já virou tradição. São lindos por fora e deliciosos por dentro. Mesmo! De resto, só tive de Acenar e Sorrir! As minhas maravilhosas amigas fizeram o resto. Foram elas que encheram o meu dia de emoção, alegria, gargalhadas e amor. Tanto amor e gratidão que eu senti no meu dia de anos. Não tenho palavras para descrever o que senti… ao ver cada uma a chegar, cumprindo à risca o Dress Code que lhes dei com apenas uma semana de antecedência (chatarrona). Em cada abraço sentido. Nas lágrimas e nas gargalhadas. Nos presentes que me ofereceram, nas fotos… nas memórias que partilhámos naquela enorme mesa redonda onde fomos ficando até literalmente ser praticamente hora de lanchar…

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Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Birthday Brunch at the Ritz

Claro que este precioso registo fotográfico só foi possível porque esteve ao nosso lado, todos os minutos, a minha querida amiga Teresa Aires (The Light Place), a quem agradeço do fundo do coração esta recordação maravilhosa que fez questão de me oferecer como presente de aniversário. Sem palavras querida e talentosa amiga!

 Birthday Brunch at the Ritz

Ficam muitas fotografias por publicar… imagens e memorias que me vão acompanhar pela vida fora! Nunca me vou esquecer deste dia e do amor que senti. Um dia, à mais de um ano, quando estava no Ritz e reparei naquela grande mesa redonda acho que a imaginei cheia de mulheres à volta e muitas gargalhadas. No dia 1 de Julho esse sonho aconteceu e por isso, pelo que senti e partilhei, agradeço a Deus! Só isso…

beijinhos

Welcome to our lives 2017!

Janeiro 4, 2017 in MY HAPPY SELF

Happy New Year 2017

Como vocês sabem, gosto de passar o ano em casa ou em casa de amigos. Gosto de conversar, comer bem, contar histórias, rir e se der.. dançar. Mas que seja um programa sem grandes produções… gosto de ter tempo e espaço para pensar naquelas ultimas horas do ano. Esta passagem do ano teve um bocadinho de tudo o que eu gosto… O conforto da minha casa, a melhor Cataplana de Marisco para jantar, a companhia de amigos queridos e bem dispostos… Faltou-me o Salvador que ficou no Rio de Janeiro com uns amigos mas nem por um minuto achei que estaria melhor aqui. Alias, fui eu que o insentivei a ficar por lá. Ter 15 anos e poder passar o ano com vista para o fogo de artificio de Copacabana… quem não quereria estar no lugar dele?! Olha, eu não me teria importado de certeza! Por isso, o facto de ele ter tido essa oportunidade até foi mais uma razão para o meu coração estar cheio de alegria.

Não vou fazer grandes resumos do ano que passou. Posso dizer-vos que foi em tudo muito melhor que o ano anterior. Mas como vos contei há um ano, 2015 foi um ano difícil mas que me fez ser melhor, por isso nunca o quererei apagar da minha memória. 2016 por comparação, foi mais leve, mais calmo, mais feliz!

Na meia noite não pedi nada. Só agradeci… Tantos momentos, pessoas e imagens que recordei … e fui, uma a uma e calmamente, agradecendo tudo e todos aqueles que fazem parte da minha vida, que lhe dão alegria, que a moldam com sorrisos, que me ensinam e me fazem crescer todos os dias. Agradeci principalmente a Deus. Por se manifestar em mim e por se fazer sentir em tantas situações. Agradeci ao meu Deus das Pequenas Coisas, aquele que se revela num pôr do sol, num gelado, numa gargalhada, num abraço. Agradeci ao meu Anjo da Guarda e a todos os meus Guias que me acompanham e me apontam o caminho certo. Agradeci a família que tenho, o amor, a saúde, a paz que sinto, a minha energia, criatividade, boa disposição, força interior e fé.

Pedi apenas a Deus para me ajudar sempre a ser a melhor versão de mim, aquela que não julga os outros e que somente se foca em ser feliz e deixar um rasto de felicidade à sua volta.

O que pedi para mim estende-se, como é evidente, aos meus filhos, ao Rui e a toda a minha família e amigos. No limite… estende-se ao todas vocês que me seguem! Desejo que 2017 seja um ano brando, sem grandes preocupações e carregado de Amor, Saúde e muita Paz de Espirito!

A Paz começa em casa, na forma como nos relacionamos com aqueles que estão perto de nós. Em 2017, vamos todos fazer o que estiver ao nosso alcance para reconstituir a Paz ao Mundo! Vamos todos ser a mudança que queremos ver, vamos todos ser a melhor versão de nós!
beijinhos

P.S – Logo a seguir à meia noite, eu e a Bu tirámos a nossa fotografia da praxe…. aquela que tiramos todos os anos desde 2012, já lá vão 5 anos. Aqui fica para a posteridade!

Bem vindo às nossas vidas, 2017!!

Ano Novo 2017

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Ano Novo

Ano Novo Ano Novo

MB Estoril Challenger 2016

Julho 12, 2016 in MY HAPPY SELF

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

Se me tivessem perguntado há uns anos (não é preciso recuar mais de 3) se algum dia misturaria uma festa de aniversário com um torneio de padel, eu talvez começasse por perguntar o que era padel e depois dava uma gargalhada daquelas que faz eco e acabava a conversa. Nunca na vida pratiquei desporto. Nunca competi em nada a não ser jogos de poker. Com raquetes?… nem ping-pong. Nada. Zero cultura desportiva, zero aptidão para desporto…

Quem me vai lendo há mais tempo sabe que entrei para o Padel arrastada por umas amigas e pela ilusão de poder usar kits giros e saias de pregas [AQUI] . Na primeira lição o professor deve ter-me achado um caso perdido… levou-me para um campo à parte e atou-me a mão ao punho da raquete com uma bandana tal era a trapalhada. Só ao fim de um ano de ter lições semanais participei num jogo amigável. Achava que tudo se resumiria, sempre e para sempre, a lições semanais. Quando finalmente me arrastaram para jogar, fugia da bola, não percebia os pontos, embrulhava-me na contagem e perdia tudo. Fogo, tenho mesmo umas amigas espetaculares porque, só com muito amor, se aguenta uma naba destas.

Hoje acho que o Padel é uma das partes mesmo giras dos meus dias. Jogo com alguma regularidade, às vezes já acerto na bola e divirto-me à séria. Pelo meio digo imensos palavrões… nada pessoal. Nunca me irrito com ninguém a não ser com a p… da bola. Também me irrito comigo, às vezes, naqueles dias em que devia ter ficado em casa em frente à televisão a ver as Kardashians porque o nível de reflexos só dá mesmo para trocar de canal e pouco mais.

Bom isto para vos contar que este ano uma amiga, que por acaso até joga padel nas horas, tem as mesmas inicias que eu (Maria Barreto) e partilha comigo a honra de fazer anos no mesmo dia… o dia que viu nascer a saudosa Princesa Diana e o Grande Sporting Club de Portugal (entre outras personalidades estrelares), me desafiou para organizarmos um torneio de Padel para os nossos anos!

Pronto e foi isso… tivemos pouco mais de uma semana para preparar o que acabou por ser, sem dúvida, #OMelhorTorneioDePadelDoMundo.

Estoril Challenger

O evento aconteceu com grande animação e plantel lotado ( 40 espetaculares padelerias)  no Clube de Tenis do Estoril. O vento de 100 nós, da noite anterior, parou para a nossa festa. Portugal ganhou à Polônia ficando apurado para os Quartos de Final. Eu e a minha parceira, Maria Barreto, ganhámos os dois jogos, não fosse ela aquele torpedo em campo. Tive lá quase todas as minhas amigas do coração porque até de dedo do pé partido tive presenças. Não falhou nada!

MB Estoril Challenger

Jantámos o Melhor Sushi do Mundo… O sushi da Confraria. Isto de ter amigas donas de restaurantes e que alinham nas nossas ideias não tem preço! Obrigada Vi, sem o teu delicioso Sushi (o único que eu como, na verdade)  a festa não tinha tido metade da pinta!

 [ CONFRARIA ]

Confraria

Alambasámo-nos pela noite fora com Gelados Artisani. Obrigada Artisani por nos ter mimado com tantos gelados maravilhosos, em especial com o meu sabor preferido… Pastel de Nata. Ninguém tem um gelado igual!!

 [ ARTISANI ]

Artisani

MB Estoril Challenger

Tivemos Bar Aberto de Gin com Schweppes de Hibiscus e DJ a bombar para dançar entre jogos e penalties! Melhor era impossível…

[www.schweppes.pt ]

MB Estoril Challenger

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O nosso bolo foi idealizado por mim e maravilhosamente interpretado e feito com amor pela minha querida Silvia Baião Ferreira da A Festa do Bolo, em quem confio sempre a tarefa de tornar os aniversários da nossa família mais especiais. Os bolos não só são lindos como sabem mesmo bem! Obrigada Silvia pelo talento e carinho que põe em cada bolo e em cada festa!

[www.afestadobolo.blogspot.pt ]

Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

O logo do Torneio foi feito a partir de uma ilustração do talentoso André Poeira. O Design Gráfico foi feito no nosso atelier e as impressões em grande escala e os rótulos das garrafas ficaram a cargo da empresa com quem trabalho há muitos anos, a Logotexto.

 [O Atelier do Poeira ]

 [LOGOTEXTO ]

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

O espaço em si não é particularmente bonito por isso para tornar a atmosfera mais charmosa tive a ajuda preciosa do meu amigo Martins Alves e do seu maravilhoso acervo para festas. Numa terça feira fui ao armazém dele em Mafra escolher as peças e na 5a feira as 10:00 com pontualidade britânica estavam lá os seus homens para descarregar mesas, sofás, poufs e algumas plantas que vestiram com todo o charme no nosso clube do Estoril.

[ MARTINS ALVES ]

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Obrigada à Mesh que ofereceu o presente para a melhor dupla da noite. As queridas Emilie e Nicole levaram para casa o diploma da melhor prestação do torneio e uns calções lindos da Mesh para cada uma. Para quem não conhece a Mesh é uma marca de roupa de desporto que começou por ser a primeira marca portuguêsa de roupa de padel!

[ MESH ]

E isto de ter amigas que publicam livros giros também tem o que se lhe diga!!! A nossa amiga Susana Roncon Chaves ofereceu às vencedoras o seu recente livro  – “Cão Educado Família Feliz” – A Susana para além de ser linda, jogar Padel e escrever livros, tem uma escola de treino de cães, a Busca!

[ BUSCA ]

MB Estoril Challenger

Obrigada também ao nosso querido Pedro Plantier (mais conhecido por Pitucas) e à sua escola de padel, a Playpadel, não só por nos ter cedido os seus 3 campos mas principalmente por nos ter organizado os quadros dos jogos, pelo apoio moral e por ainda se ter disponibilizado para oferecermos uma aula particular à dupla com menos pontos. Porque as ultimas são as primeiras e porque os talentos escondidos devem ser estimulados (eu que o diga!) as nossas mais queridas Marta e Sara, não saíram do torneio de mãos a abanar!

[ PLAYPADEL ]

MB Estoril Challenger

Obrigada às tantas amigas que se voluntariaram para levar crepes e espetadinhas de legumes e mini sandes e brigadeiros e tudo e tudo e tudo… Não faltou nada neste torneio!!

MB Estoril Challenger

Também não nos faltou uma fotografa maravilhosa que se tornou invisível e se infiltrou com a sua lente, em cada jogo, cada conversa, cada brinde de gin, cada gargalhada… esteve praticamente omnipresente em todos os momentos e foi registando com tanta pinta tantos momentos espontâneos tornando-os inesquecíveis. Obrigada Ieva!!! You Rock! Sorry I don’t have a picture with you to post… but your pictures speak on your behalf!

 [Ieva.Studio ]

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

MB Estoril Challenger

À Meia Noite apagámos as nossas velas, recebemos imensos presentes lindos e ainda tivemos a surpresa de ter conosco as nossas famílias. Enfim… umas mimadas!!!

Foi um dia muito querido, cheio de luz, amor e paz. Depois de um ano muito complicado Deus deu-me esta alegria de começar esta nova etapa de uma forma tão feliz e especial. Nunca me vou esquecer de nada, mas principalmente da amizade, das gargalhadas e do carinho de todos envolvidos. Senti-me muito abençoada! Obrigada à Maria, a minha #GémeaSeparadaÀNascença! A ideia foi tua, tiveste um trabalhão, gerir 40 mulheres foi “tipo caótico” mas fizeste-o quase com uma perna às costas enquanto eu me fui entretendo com as partes “queridas”. Para o ano, se nos tivermos esquecido das “dores do parto” voltamos ainda melhores! E Obrigada a todas, miúdas giras e bom astral, sem vocês isto não tinha tido gracinha nenhuma!

MB Estoril Challenger

[ A tropa, quase toda, reunida para a foto final ]

Para verem todas as fotografias do MB Estoril Challenger (mais de 200 fotografias) sigam para a página de Facebook da Ieva. [ AQUI ]

Espero que tenham gostado desta mega reportagem. Deu um trabalhão! ; )

 beijinhos

Maria Jardineira e Cozinheira

Junho 3, 2016 in LET'S EAT!, MY HAPPY SELF

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Ainda sobre o meu Alpendre e os meus novos hábitos de cozinha… não podia deixar de partilhar convosco este muito recente elemento na minha vida… um canteiro de ervas aromáticas. Na verdade são dois canteiros que coloquei ao lado do espelho do alpendre de forma simétrica, não fosse eu ter esta ligeira obsessão por concordâncias … em que posso colocar 12 espécies de ervas aromáticas, sendo que na verdade, e dada a minha ainda pouca experiência nas lides da culinária, acabei por repetir as ervas que mais utilizo que são Hortelã (não só para Mojitos, mas também ), Manjericão (a minha erva aromática preferida de longe), Salsa e Coentros (Não fosse esta uma casa Portuguesa, com certeza). Depois ainda me sobrou espaço para Cebolinho, Oregãos e Alecrim. Ando feliz e achar-me a melhor dona de casa do mundo… De um momento para o outro e ao fim de muitos anos sem praticamente cozinhar, passo não só a faze-lo como tenho um jardim de Ervas Aromáticas à altura das minhas mais rebuscadas ambições Gourmets! Que maravilha!

Ervas Aromáticas

Ervas Aromaticas

Não se enganem… as etiquetas autocolantes não são só para a pinta… eu realmente não sei distinguir Salsa de Coentros. O Rui já me tentou fazer decorar de milhares de formas, pelo cheiro pela forma das folhas, pelo sabor… que raio!! Sou dislexia e esta condição tem destas coisas… Não vou tentar mais! Com etiquetas fica o assunto resolvido. São simples auto-colantes daqueles que usamos para os livros da escola… básico. Cola, descola. Muda a erva muda o nome, tá feito!

Os vasos e suportes foram importados da IKEA… As mais atentas viram-nos no post que fiz há uns dias sobre o meu Alpendre. As que não viram podem sempre ir espreitar [AQUI].

Quem quiser ir direto para o Catalogo da IKEA siga este link [AQUI].

beijinhos

 

P.S. Lembrem-se de uma coisa… Se eu consegui começar a cozinhar aos 44 anos com algum sucesso, qualquer uma de vocês, menos expeditas nas lides da cozinha, o consegue fazer. É mais fácil do que parece e muito mais divertido e recompensador do que vos possa passar pela cabeça!

Uma História sobre o Dia da Mãe

Maio 3, 2016 in FAMILY BUSINESS, MY HAPPY SELF

Dia da Mãe 2016

No ano passado, o dia da mãe passou-me ao largo da costa. Percebi que aconteceu, mas não chegou aqui à minha praia… se me entendem…

Acordei e não tive um pequeno almoço, nem um presente, nem um cartão… nada. O meu querido pai lembrou-se de me de enviar uma mensagem pela manhã… como faz sempre. Mas, amigas, vocês sabem do que vos falo… uma mensagem do nosso “querido pai”, só por si, não nos puxa a carroça até à meta…. Não é fácil passar o dia a ser bombardeada com fotografias de mães felizes com ramos de flores, panquecas à la carte e dedicatórias de fazer chorar as pedras da calçada… e nós… nada.

Acontece que eu sou otimista por natureza e acredito sempre que o universo se reúne em conspirações permanentes e acho que no fim os desfechos são sempre os esperados. Lembro-me que depois do primeiro embate da “aparente ignorância” relativa ao calendário, as horas iam passando e eu apenas ia pensando… “estes malandros andam a preparar uma boa!”. Mas o sol subiu, percorreu o céu, pôs-se e não se passou nada…. quando chegou a hora de jantar a indiferença persistia … lá percebi que tinha chegado à meta, mas não havia foguetes. Tinha acabado a minha jornada de espera. Era mesmo só aquilo… sem artifícios nem surpresas dissimuladas… O Rui não estava em Portugal e as duas crianças (um com 13 e a outra com 10) sem serem orquestrados não chegaram às minhas caladas e esperançosas expectativas. Fiquei muito triste. Não que ache que sou menos amada por não ter tido direito a banda e purpurinas. Eu sei que o amor existe, mas uma mãe gosta que chegue aquele Um dia por ano, e haja festa e foguetes. After all… ser Mãe é o nosso principal projeto, aquele em que mais nos empenhamos e de que mais orgulho tempos. O reconhecimento, a festa, a dedicação…. fazem falta e deviam fazer parte da legislação. São o reconhecimento e a “medalha” (mais que) merecida por um ano de dedicação abnegada, de horas sem dormir, de mil boleias, de tantas lições de vida, de alguns sermões, de exemplos conseguidos, de colo, de mimos, de festas, de idas ao médico, de estudo acompanhado… de tudo.

Pronto amigas, mas esta não é uma história triste. Foi só a introdução para o que vem a seguir. O meu dia da mãe, este ano, aquele que aconteceu no domingo… foi o melhor de sempre!

Este ano, eu poderia ter feito duas coisas…

Hipótese 1 – Ficar quietinha no meu canto e esperar pelo melhor. Afinal, nada tinha ficado por dizer. Há um ano atrás os meus filhos não ficaram com uma dúvida de como eu tinha ficado triste. Lá nisso sou boa. Não fico calada nem mando recados…

Hipótese 2 – Planeava a festa, comprava os foguetes, armava o fogo e apanhava as canas.

Escolhi a segunda. Acho que me calhou bem!

Com uma semana de antecedência comecei a gritar aos sete ventos que o dia da mãe estava achegar. Organizei um almoço com todas as mulheres da família… mãe, irmã, avó, sogra… Fui à praça, carreguei a casa de flores. Muitas velas, muita luz, muita alegria. O caril veio de encomenda e as sobremesas também, por isso ainda tive tempo para ir jogar Padel nessa manhã. Fiz uma sangria maravilhosa e brindámos todas com alegria. Tantas mães. Brindámos também a todas as mães ausentes incluindo as nossas avós. Com um brinde especial à avó materna que é uma figura muito proeminente nas nossas conversas e no nosso imaginário. Não tenho uma única fotografia com essa minha avó. Privei tão pouco com ela… Morreu quando eu tinha 9 anos. E mesmo assim, continua a ser (a seguir à minha mãe como é óbvio) umas das mais importantes figuras femininas da minha vida.

A Bu fez-me um cartão lindo como só ela sabe fazer… carregado de palavras que me enternecem o coração. E o meu Salva, ineditamente, saiu de casa de bicicleta e foi sozinho ( e com o seu dinheiro) comprar-me uma flor. Mas mesmo que não tivesse tido direito a presente teria sido um dia feliz na mesma.

Porquê? – Porque eu preparei o meu dia feliz… Não esperei que ninguém o fizesse por mim. Sermos mimadas é bom, mas sabermos mimar-nos é talvez ainda melhor. É bom que nos deem valor, mas se nós não dermos valor a tudo o que fazemos, sabendo que o fazemos com o máximo amor e dedicação, então está tudo errado.

Por isso, se houver por ai mães que tenham tido um dia da mãe com menos atenção e carinho… já sabem… Não fiquem tristes. Comecem já a preparar a festa do próximo ano!

beijinhos

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[A minha Flor oferecida pelo Salvador ]

Os pequenos milagres da vida

Janeiro 15, 2016 in MY HAPPY SELF

Fernando Pessoa

Ontem, esbarrei com este video no facebook, com reações de pessoas que ouvem vozes e sons, pela primeira vez, após colocarem um implante auditivo. Não pude deixar de me emocionar. Mais que isso, não pude deixar de me sentir grata e abençoada por ter tido e ter o privilégio de ouvir. Como teria sido a minha infância sem a voz da minha mãe, do meu pai, dos meus irmãos? Como teria sido crescer sem ouvir Charles Aznavour ou Jacque Brel? Como teria sido a vida na escola sem ouvir a minha professora Alice? Ou sem os festivais da canção no intervalo do almoço? As risadas na sala de aula? As cantigas das Guias, dos Campos de Férias… como teriam sido as idas a discotecas durante a minha juventude? Como seria a vida sem ter vontade de dançar? Como teria sido crescer sem os Rolling Stones, os Beatles e David Bowie? Como seriam as viajem de carro sem a rádio a tocar?  Como seria o inverno sem estar na cama e ouvir a chuva a bater na janela? Como seria o verão sem ouvir as ondas a bater nas rochas? Ou a maré a brincar na praia, com aquele vai vem, que é quase uma balada? E se eu nunca tive ouvido a minha avó a ler poesia? E se eu nunca tivesse ouvido a voz do Rui? As gargalhadas da Clarinha e do Salvador? E se eu nunca me tivesse ouvido a mim própria? Como seria a vida? Muito diferente…

Hoje, ao pequeno almoço mostrei este video aos meus filhos. Num segundo o Salvador tinha as lágrimas nos olhos. Viram até ao fim emocionados… seguiram-se uns segundos de silencio e depois o Salva disse… Que cereais maravilhosos, que pequeno almoço tão bom! Estou a sentir-me tão feliz… hoje vai ser um grande dia!

E é isto amigos, leitores… por vezes, para nos sentirmos verdadeiramente agradecidos, temos de pôr a vida em perspetiva. Se gostarem deste video, partilhem-no! – Espero que tenham um bom fim-de-semana!

beijinhos

P.S – Obrigada Natacha, pela sua partilha. Já não é a primeira vez que inspira uns dos meus posts!

Bem-vindo à nossa vida 2016!

Janeiro 6, 2016 in MY HAPPY SELF

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Este ano a Clarinha ainda quis tirar a fotografia de Ano Novo comigo, mas achou, e bem, que não devia ficar em cima da banqueta. Na verdade já nem ficaria estético… Está mais alta. Já fica bem de pé, ao meu lado, mesmo com a concorrência desleal dos meus saltos. Já passou um ano? Quem olha assim para as duas fotografias, uma ao lado da outra, diria que passou um dia, uma semana?… Nem se percebem grandes diferenças…  mas houve alturas, durante o período que separa estas duas imagens, que achei que tinha envelhecido 20 anos. Cada noite era um ano. Acordava, olhava para o espelho e quase não reconhecia a imagem que via refletida. Hoje só sinto, mesmo, que tive uma grande lição de vida. Não envelheci mas sim cresci. Principalmente espiritualmente que é aquele crescimento que nos faz mais fortes e mais felizes. Hoje posso dizer, com convicção, que 2015 foi um ano muito importante na minha vida. Não foi um ano particularmente agradável mas foi determinante para o meu crescimento. Não posso dizer que não apagaria nada porque o meu coração não tem toda essa força. Mas sei que saí mais forte e que me superei. Parece contraditório, mas aprendemos muito enquanto sofremos. Com a dor entramos numa dimensão diferente e daí vemos o mundo com outros olhos, sentimos mais, queremos aproveitar a vida de um forma mais intensa, tornamo-nos mais agradecidos pelas insignificâncias. Vemos alegria onde antes viamos banalidades. E isso é mesmo bom!

Não me vou estender. Queria desejar-vos um ano de 2016 com muita saúde! Com saúde levamos a vida para a frente! Um ano de alegrias, conquistas pessoais e sonhos concretizados. Que seja dinâmico, cheio de felicidade e muitas gargalhadas!

Como diz a minha avó Zenda… Façam o favor de serem felizes! E façam essa escolha de uma forma consciente todos os dias. Um brinde à vida e a 2016!

Happy new year 2015

beijinhos

HÁ UM ANO….  [AQUI]

Entrevista Revista Caras

Dezembro 18, 2015 in IN THE PRESS, MY DESIGNS, MY HAPPY SELF

No ano passado, por esta altura, dei uma entrevista à revista Caras que nunca cheguei a partilhar convosco. Por ser Natal e porque esta produção ter ficado especialmente querida (por ter tido a companhia da Clarinha) decidi, hoje, deixar aqui este texto e imagens carregados de espírito  Natalício. Espero que gostem!

MariaBarros Natal Revista Caras

Foi num dia chuvoso de inverno que Maria Barros, decoradora de interiores, nos abriu as portas do seu ateliê em Cascais. Casada com Rui Hipólito e mãe de dois filhos, Salvador, de 13 anos, e Clara, de dez, revelou à CARAS que é uma mulher feliz, completa e que a família está acima de qualquer coisa na sua vida.

– O Natal é uma época especial para si?
Maria Barros – Para quem tem filhos, o Natal torna-se ainda mais especial, por eles. Criam-se boas memórias, tiramos muitas fotografias, fazemos filmes e abrimos sempre os presentes só os quatro. Dispenso a abertura dos presentes em família, gosto mais de passar um bom serão a conversar e a jantar e aproveitar a companhia das pessoas, mas este Natal vai ser diferente, pois vamos os quatro para o Brasil. Nunca passámos a noite de 24 fora de Portugal, os meus filhos estão muito entusiasmados!

– Costuma mimar muito os seus filhos no Natal?
– Mimo imenso os meus filhos, mas acho que dar-lhes de­masiados presentes não é neces­sariamente mimar, acho que é quase estragar. Não quero que eles cresçam sem saber dar o verdadeiro valor às coisas, por isso nunca fomos de esbanjar, nem no Natal nem no resto do ano.

– Como é a sua relação com cada um deles? Acredito que ter uma rapariga e um rapaz seja muito diferente…
– É muito diferente. Apren­demos muito sobre o outro sexo quando temos um filho do outro sexo, o Salvador desmistificou imensas coisas sobre o sexo masculino que eu não sabia. Quando se tem um filho rapaz há todo um universo que se abre e tu pensas: “Ah! Se eu tivesse sabido isto antes!” [risos]. Com as meni­nas é quase um reviver de nós próprias, dá-me uma satisfação enorme que ela seja um espelho do que eu já fui em criança, é muito engraçado, apesar de eu não lhe revelar isso. É bom vê-la
a dizer e a pensar coisas pelas quais eu já passei.

– E é uma mãe controladora, impõe muitas regras?
– Não, sou mais relaxada por natureza, mas tenho a sorte de o meu marido ser mais rígido e impor bastantes regras, por isso, acabamos por equilibrar as coisas, mas somos os dois da opinião de que as crianças precisam de regras para se sentirem seguras.

– Põe sempre a família em primeiro plano?
– Sempre, e tenho a sorte de o meu trabalho me permitir ter tempo para os meus filhos, sempre geri a minha vida de forma a poder estar com eles, é uma coisa que me dá paz, saber que lhes dou atenção e sou uma mãe presente.

– Além de ter dois filhos, que adora, e uma profissão que a completa, mantém um casamento feliz há mais de dez anos. Qual é o segredo?
– Acho que é saber ceder, é pensar sempre que não vamos mudar a outra pessoa, porque no fundo nós escolhemo-la pelas características que tinha quando nos apaixonámos. Não existe maior erro do que anularmos o nosso “eu” para agradar à outra pessoa, isso só vai criar frustrações, por isso acho que o segredo é não deixar que cada pessoa deixe de ser o que realmente é.

Para verem o resto das imagem sigam o link [aqui] e para o video [aqui].

Espero que tenham um ótimo fim de semana de véspera de Natal!

beijinhos

Hoje é dia de Ação de Graças

Novembro 26, 2015 in JUST MY OPINION, MY HAPPY SELF

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Hoje é dia de Ação de Graças. Nos Estados Unidos celebra-se o Thanksgiving que é assim uma coisinha que NÃO passa propriamente despercebida. É feriado nacional, uma grande celebração… Reune-se a família, come-se peru com purê de batata e assiste-se a uma grande partida de Football. Para muitos americanos é a maior celebração do ano por ser uma festa que reúne a família com um profundo cariz religioso e emocional. As pessoas juntam-se com o propósito de agradecer todas as bênçãos de um ano inteiro.

Adotamos tantas “americanices” e nunca nos lembrámos que até poderia fazer sentido fazer uma grande celebração à volta do dia em que nos concentramos em agradecer… Seja a quem for… Uns agradecerão a Deus, outros ao Universo. Uns agradecem aos pais outros aos filhos. Uns agradecem ao patrão outros aos empregados. Quantas pessoas temos na nossa vida a quem devemos agradecer? Quantas merecem a nossa gratidão? Quantos amigos passaram pela nossa vida para nos ajudar? Quantas pessoas se cruzam no nosso caminho com o simples intuito de ajudar ou de ensinar? Quantos professores? Quantos médicos nos ajudaram em momentos difíceis? Quantos vizinhos nos salvaram numa aflição?

As pessoas andam tão assoberbadas com elas próprias…com os seus problemas ou conquistas que se esquecem de agradecer… muitas vezes até se esquecem de agradecer a quem lhes estendeu as escadas para chegarem onde estão.

Hoje, mesmo sem peru nem feriado, vamos todos tentar ser melhores e gratos pelos pequenos momentos da vida… Comecemos mesmo nos detalhes mundanos e que tantas vezes passam despercebidos…

Agradeçam a quem vos deixa passar no cruzamento. Ao condutor que pára para atravessarem a estrada. Agradeçam à senhora que espera de porta aberta por vocês no restaurante. Quem vos dá um lugar na fila. Quem se levanta para se sentarem. A senhora da caixa do supermercado que vos deseja um bom dia com um sorriso. O empregado da pastelaria que vos trás o café ao vosso gosto. O médico que faz o diagnostico certo. O professor que fica depois da aula para explicar. A enfermeira que conforta. O policia que trabalha para a nossa segurança. À avó que vai buscar os filhos à escola quando o trabalho vos prende. À vizinha que teima em ter todos os ingredientes que vos faltam na hora do jantar…

Agradeçam todos os pequenos gestos de gentileza que os desconhecidos tenham para convosco. E se ninguém vos mostrar cortesia, sejam vocês a pessoa que pára para o outro passar, que segura a porta, que se levanta para dar lugar, que sorri e que diz “Muito Obrigada!”

Colecionemos pequenos momentos de generosidade e gratidão e celebremos o dia de Acção de Graças à nossa maneira!

Obrigada por me lerem!

beijinhos

As minhas Suculentas

Novembro 2, 2015 in DESIGN INSPIRATION, MY HAPPY SELF

Suculentas

Há muitos anos que me habituei a ver suculentas no jardim da mãe do Rui. Tem montes, por todos os cantos, em vasos de diferentes formas…parecem uma praga. Tem, inclusivamente, uma maternidade de suculentas. E está sempre a dizer-nos para trazermos algumas para nossa casa…

Quando eu era pequena gostava tanto de plantas que achava que ia ser paisagista, engenheira agrónoma… qualquer coisa assim. Achava que ia ter uma quinta com a horta mais produtiva e o jardim mais bonito do mundo. Mas todas as tentativas que fiz de ter um jardim… qualquer pequeno canteiro que fosse, foram-me retirando qualquer entusiasmo paisagístico. As plantas morriam com facilidade e eu fui-me convencendo que não tinha nascido para aquilo. Enfim…

Por isso, como devem imaginar, não houve nunca grande entusiasmo da minha parte, durante todos estes anos, para trazer uma suculenta, que fosse, daquele jardim. Pensava logo… “coitadinha da planta… deixa-a lá estar bem onde esta. Sempre vive.” E pronto…

Em casa tenho a sorte de ter um jardineiro a cuidar do jardim comum e tenho um quintal privado que mais parece um campo baldio porque acho sempre que vai ser um desperdício de tempo e dinheiro dedicar-lhe qualquer tipo de atenção. Enfim,  também tenho uma Jack Russel há sete anos… Não ajuda.

Bom, serve esta introdução para vos contar que este verão tive vontade, pela primeira vez ao fim de muitos anos, de fazer EU os meus canteiros aqui do alpendre. Em vez de delegar o serviço a uma empresa de jardinagem, fui eu própria (com a preciosa ajuda do Rui) comprar plantas, terra, lecca… e pusemos mãos à obra. Comprei plantas sem grande conhecimento se se dariam bem juntas no mesmo canteiro. Fiz uma composição que me pareceu equilibrada e fui acompanhando com imenso carinho a sua adaptação à nova casa. Comecei a dar-lhes “bom dia” e a perguntar de estavam bem. Enfim… transformei-me na “vizinha maluca que fala com as plantas”… E não é que elas ainda lá estão?! Percebi que umas delas, com um folha gorda tipo borracha, se desenvolviam quase como uma praga. Lindas, grandes cheias de força. Ah, ok… essas eram Suculentas.

E então fez-se-me luz!  As suculentas são como aqueles bebes que não têm cólicas e dormem a noite toda e as mães dizem que são “uns santos”. Sabem? Esses bebes que só existem nas famílias das outras pessoas?? Pois… assim são as suculentas. Lindas, viçosas, requerem pouca manutenção e crescem que é uma alegria. Pensei como seria fácil adotar umas suculentas e lá fui com o Rui este fim-de-semana à “maternidade de Suculentas da tia Pepa” e foi quase como se estivéssemos a escolher uns animais de estimação cá para casa. Cada planta que trouxemos foi escolhida com atenção e cuidado… Senti-me mãe das minhas suculentas.

Umas são claramente mais bonitas que outras, mas a graça está mesmo, depois, em mistura-las umas com as outras. Segundo a minha sogra… não existe grande ciência para o fazer… As suculentas aguenta-se mesmo bem com o nosso clima. Gostam de sol mas também gostam de sombra. Não precisam de ser muito regadas mas safam-se bem com a chuva do inverno. São umas primas dos cactos com pedigree.

Estou feliz com os meus primeiros dois vasos de suculentas e tenho a certeza que foram os primeiros de muitos. Quero mais suculentas na minha vida!!

Alguém se relaciona com este meu recentíssimo entusiasmo??

beijinhos

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