My Favourite Love Songs #5

Junho 9, 2014 in BOOKS & SONGS

Tenho vindo a dar um numero a cada post sobre Canções de Amor mas não as estou a publicar por ordem de preferência. Apenas quero ir marcando a cadência destes posts e no final conseguir quantificar quantas canções de amor tenho na minha top list. Coisa que, para já e com a maior honestidade, não faço a mais pequena ideia. – Estou a gostar deste exercício de semanalmente me ir obrigando a relembrar uma canção de amor da minha vida. Daquelas que já ouvi vezes sem conta, que fizeram o coração bater mais depressa ou até mesmo quase parar, dependendo de cada caso.

Esta música que O Rei gravou em 1972, semanas depois de se ter separado da sua mulher Priscila Presley, é sem duvida a mais perfeita canção de amor e total arrependimento. A velha história do …” Não te tratei como deveria ter tratado. Não te amei como poderia ter-te amado. Pequenas coisas que poderia ter feito e não fiz. Simplesmente não te dediquei o meu tempo…” – Pois é amigo Elvis… azareco! Essa história repete-se mas a verdade é que normalmente quando se chega aqui já é tarde de mais… A princesa virou fada com asas e voou! Puff…

Por qualquer razão sempre achei que tinha sido escrita por ele, ou para ele, mas já percebi que foi originalmente cantada por Brenda Lee, uma celebridade pop dos anos 50. Mas a verdade é que lhe assentou como uma luva. Na sua história e na sua voz. Ouçam e comprovem a força e o significado que pôs em cada palavra. A Priscila pode não lhe ter dado outra oportunidade mas ouve muita pedra da calçada a soluçar de certeza com este maravilhoso “Always on my Mind”.

Espero que gostem de relembrar esta reliquia!

BEIJINHOS, BOA 2ª FEIRA E BOM FERIADO DE 10 DE JUNHO!

MARIA

Always On My Mind

Maybe I didn’t treat you
Quite as good as I should have
Maybe I didn’t love you
Quite as often as I could have
Little things I should have said and done
I just never took the time

You were always on my mind
You were always on my mind

Maybe I didn’t hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I’m so happy that you’re mine
If I made you feel second best
Girl, I’m so sorry I was blind

You were always on my mind
You were always on my mind

Carry, tell me that your sweet love hasn’t died
Give me, give me one more chance
To keep you satisfied, satisfied

Little things I should have said and done
I just never took the time
You were always on my mind
You are always on my mind
You are always on my mind

My Favourite Love Songs #4

Maio 27, 2014 in BOOKS & SONGS, MOVIES & PLAYS

Este post é um “mega-mix” sobre uma das minhas canções de amor preferidas de todos os tempos misturada com um filme que marcou a minha adolescência como um ferro quente! – Tenho de ter, pelo menos, uma mão cheia de leitoras a concordar comigo… Principalmente se forem raparigas da minha idade. Depois de ver o filme quem não sonhou, pelo menos uma vez, com o Jeff Bridges?? Hum?!… Acho que aquele ideal de homem (que era uma mistura indissociável entre o ator e o personagem) me perseguiu nos anos seguintes e na verdade, para meu grande espanto, não se encontravam Jeff Bridges ao virar da esquina o que foi tornando o processo de arranjar um namorado complicado para os meus lados. Ainda hoje quando revejo uma cena daquele filme continuo a achar que estava tudo certo. O tom de pele, a barba, o cabelo aloirado pelo sol, o corpo… naquela altura confesso que também gostava de pensar que ele era jogador e football americano (vai-se lá saber porquê mas sempre tive um fetiche por aqueles desportistas transpirados com umas grandes ombreiras ) e que conduzia, “à maluca”, um porsh encarnado. Ainda por cima, no filme, nutria um amor proibido por uma morenita magra e de cabelo curto que, naquela altura, até achei que encaixava ligeiramente no meu gênero, ou seja, fora os seios volumosos e a conta bancária, nem sequer me fazia grande concorrência. A somar a isto tudo, o amor entre os dois não só era proibido  como forte, sofrido e complicado… aquilo era só somar pontos! Ou seja, se algum dia eu me cruzasse com um Jeff (verdadeiro ou parecido) fosse no México, numa ilha tropical, num sonho ou down town Cascais, entre nós provavelmente iria estalar uma química brutal porque teríamos tudo para dar certo! 🙂

E pronto… Deixo-vos com a maravilhosa e intemporal Against all Odds de Phill Collins. Musica de 1984 feita propositadamente para a banda sonora do filme com o mesmo nome. Na altura foi nomeada para Oscar de melhor música original, mas perdeu, incrivelmente, para “I just call to say I love you” de Steve Wonder (a sério?!). Como diria um cliente meu, os prémios valem o que valem. Valem por quem os escolhe! – Eu cá escolho a música do Jeff, ou do Terry… vá… escolho a música do Phill …. pronto! Gostos não se discutem!

Against All Odds (Take A Look At Me Now)

How can I just let you walk away?
just let you leave without a trace
When I stand here taking every breath with you, ooh
You’re the only one who really knew me at all

How can you just walk away from me,
when all I can do is watch you leave
‘Cause we’ve shared the laughter and the pain
and even shared the tears
You’re the only one who really knew me at all

So take a look at me now, ‘cause has just an empty space
And there’s nothing left here to remind me,
just the memory of your face
Just take a look at me now, who has just an empty space
And you coming back to me is against the odds
And that’s why I’ve gotta take

I wish I could just make you turn around,
turn around to see me cry
There’s so much I need to say to you,
so many reasons why
You’re the only one who really knew me at all

So take a look at me now, ‘cause has just an empty space
And there’s nothing left here to remind me,
just the memory of your face
Just take a look at me now,
‘cause there’s just an empty space

But to wait for you, is all I can do
and that’s what I’ve gotta face
Take a good look at me now, ‘cause I’ll still be standing here
And you coming back to me is against all odds
and that’s what I’ve got to face

Take a look at me now

 

Só para “babar” um bocadinho… vejam lá o trailler original do filme! Que saudades!

 

UM BEIJINHO E BOA 3A FEIRA,

MARIA

My favourite love songs #3

Maio 12, 2014 in BOOKS & SONGS

Nesta minha série de Canções de Amor, não podia faltar a mítica Perdidamente dos Trovante. Ouvi-a tantas vezes nos meus anos da adolescência que não foi difícil decora-la. Os meus filhos já me a ouviram cantar tantas vezes que também acabaram por a decorar, assim fiquei eu a saber na semana passada…  E é aqui que entra a história de hoje. – Uma história deliciosa sobre “desenrascanço” – aquela arte tão portuguesa do “improviso às três pancadas” mas que, normalmente, resulta sempre! – Contada pelo meu filho Salvador que está a provar ser um mestrado nesta tão nobre arte…

– Mãe, nem vais acreditar o que me aconteceu! – A professora de Português tinha mandado trabalho para casa “Copiar uma poesia de um autor à nossa escolha para depois ler na aula” e eu esqueci-me!

– Outra vez Salvador. Como é possível?? Quantas vezes te perguntei se não tinhas trabalhos de casa?? Não podes continuar a ter faltas por não fazeres trabalhos de casa!!!! (Eu a começar a ficar furiosa…)

– Espera Mãe… deixa-me contar até ao fim….

– Não há fim nem meio fim… há fazer os trabalhos de casa e mais nada! (Eu já mais para o furibunda de tantas vezes repetir a mesma coisa)

– Mãe ouve! – Eu não tive falta! Correu tudo bem! – Eu disse que não tinha escrito porque tinha decorado! E levantei-me e disse o poema da Florbela Espanca… O do Ser Poeta! Aquele da música do Tio João!!

– Como assim?! Sabias a letra toda??? Sabias o poema todo???? (Eu BASTANTE incrédula…)

– Sim Mãe todo! – A Professor amou! Ficou impressionadíssima por eu o ter decorado! Fui-me lembrando da música e dizendo o poema devagar…

– Diz então outra vez para a mãe ouvir! (Desconfiada esta mãe já muuuuito escaldada…)

E ele disse. Tudo na perfeição. Pausadamente e sem hesitar!

Claro que não me consegui zangar mais. Fiquei rendida ao verdadeiro “desenrascando ibérico” do meu filho Salvador! – A verdade é que vai precisar mais vezes disto na vida!!!

 

 SER POETA

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim…
é condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente…
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

Florbela Espanca /João Gil

 

Querido tio João (Gil), nem tu sabias, no dia iluminado em que eternizaste este poema para sempre na cultura popular deste nosso pais, que um dia, um Salvador distraído se ia safar, tão bem, à tua conta!

 

UM GRANDE BEIJINHO E UMA 2ª FEIRA CHEIA DE LUZ PARA TODOS!!

MARIA

P.S. – Das que conseguiram roubar 4 minutos ao dia para ouvir esta versão da música cantada ao vivo pelo Luis Represas no Rock in Rio, acompanhada ao piano e a milhares de vozes, contem-me quem também se arrepiou??

 

My favourite love songs #2

Maio 5, 2014 in BOOKS & SONGS

Alterei o titulo destes posts musicais. Era “My Favorite Songs” e passou a ser “My Favorite Love Songs”. Assim vou primeiro esgotar as canções de amor que mais gosto e depois sim, passamos às outras. E por falar em canções de amor… um nome que me vem logo à cabeça é, claro, o eterno romântico Julio Iglesias, que continua, ao fim de tantos anos, a esgotar concertos onde quer que esteja e a fazer bater muitos corações apaixonados. E de todas as musicas dele, esta é sem duvida a minha preferida! Daquelas que até faz chorar as pedras da calçada se for o caso… uma grande canção de amor portanto!

Como devem ter percebido não tenho um grão de “snobismo musical”… Qualquer música que me chegue ao coração é de valor! Estou-me bem nas tintas se tem rotulo de musica bimba ou pimba. Estou muito em paz com esta minha tendência para gostar daquilo que alguns acham parolo ou desconsideram. Imaginem que no ano passado até fui com uma amiga ao pic-nic do Continente para ouvir o concerto do Tony Carreira por isso… para mim, assumir que gosto de Julio Iglesias é para meninos! – Já tive o prazer de assistir a um concerto deste senhor no Pavilhão Atlântico mas confesso que continuo a preferir ouvi-lo no sossego da minha casa. Coisa de rapariga romântica portanto….

Quando o Salvador era pequenino um dia estava a chorar e parou subitamente quando começou a ouvir esta música. Não tive a certeza se foi coincidência por isso voltei a pôr a música a tocar noutra situação e percebi que, genuinamente, parecia gostar de a ouvir e que o acalmava. Passei a pô-la a tocar todas as noites para ele adormecer e funcionava sempre. Quando começou a falar já sabia pedir o “bibi”… “canta o bibi mãe”… Que maravilha! – Realmente quem sai aos seus… a genética foi generosa comigo. O meu filho mais velho também tinha nascido sem preconceitos musicais! – Eventualmente criou-os e hoje em dia já não “papa estes grupos” como qualquer pré-adolescente que se preze … mas a verdade é que não há vez que esteja doente que não me peça para lhe cantar ou pôr a tocar o “Bibi”. Uns têm “confort foods” outros têm “confort songs” e, não há duvida, que esta, é uma das “confort songs” cá de casa.

Me Olvidé de Vivir

De tanto correr por la vida sin freno
Me olvidé que la vida se vive un momento
De tanto querer ser en todo el primero
Me olvidé de vivir los detalles pequeños.

De tanto jugar con los sentimientos
Viviendo de aplausos envueltos en sueños
De tanto gritar mis canciones al viento
Ya no soy como ayer, ya no se lo que siento

Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir

De tanto cantarle al amor y la vida
Me quede sin amor una noche de un día
De tanto jugar con quien yo más quería
Perdí sin querer lo mejor que tenía.

De tanto ocultar la verdad con mentiras
Me engañé sin saber que era yo quien perdía
De tanto esperar, yo que nunca ofrecía
Hoy me toca llorar, yo que siempre reía.

Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir

De tanto correr por ganar tiempo al tiempo
Queriendo robarle a mis noches el sueño
De tanto fracasos, de tantos intentos
Por querer descubrir cada día algo nuevo.

De tanto jugar con los sentimientos
Viviendo de aplausos envueltos en sueños
De tanto gritar mis canciones al viento
Ya no soy como ayer, ya no se lo que siento.

Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir
Me olvidé de vivir

E vocês e os vossos filhos? Também têm “confort songs”? Contem-me!!

BEIJINHOS E BOA 2ª FEIRA PARA TODOS!

MARIA

My favourite love songs #1

Abril 21, 2014 in BOOKS & SONGS

Já uma ou outra vez escrevi sobre musicas que gosto mas a verdade é que raros foram os meus posts musicais. O que é uma pena porque, às vezes, não há nada que alegre mais o nosso dia do que o som de um acorde que nos transporta para um lugar ou uma situação onde e em que fomos felizes. Por isso, a partir de agora vou tentar uma vez por semana, partilhar convosco as musicas que ouço ou que ouvi. Umas cresceram comigo, outras ajudaram a moldar traços de mim, outras marcaram amores, amizades, momentos inesquecíveis no tempo. Outras simplesmente nos dão vontade de dançar que, só cá para nós, é ainda um dos mais baratos anti-depressivos que conheço. Vou partilhar o “sound-track” da minha vida e que muito provavelmente será o de muitas leitoras e leitores que seguem o Addicted-to-Style. Sei que alguns não vão achar grande graça mas se uma destas musicas perdidas no tempo vier reavivar uma boa memória ou estampar um sorriso na cara de uma única leitora que seja, este post já teve um propósito e fez sentido. – Quis começar da melhor maneira, com a mais bonita canção de amor destes maravilhosos miúdos de Liverpool. É raro não me emocionar quando a ouço! – Hope you like it to!!

The long and winding road that leads to your door
Will never disappear
I’ve seen that road before it always leads me here
Leads me to your door

The wild and windy night that the rain washed away
Has left a pool of tears crying for the day
Why leave me standing here, let me know the way
Many times I’ve been alone and many times I’ve cried
Anyway you’ll never know the many ways I’ve tried
And still they lead me back to the long and winding road
You left me standing here a long, long time ago
Don’t leave me waiting here, lead me to you door

But still they lead me back to the long and winding road
You left me standing here a long, long time ago
Don’t keep me waiting here (Don’t keep me wait), lead me to you door
Yeah, yeah, yeah, yeah

Para aqueles que não passaram aqui pelo blog na semana passada queria só lembrar que estamos a fazer um passatempo com as Pratas Topázio. Não vão querer perder! Vejam as condições AQUI!

 

 

BEIJINHOS E UMA BOA SEMANA PARA TODOS!

MARIA

In English

I have only once or twice wrote about songs that I like. And that’s actually  a shame because sometimes there’s nothing more joyful to our day than the sound of a chord that transports us to a place or situation where we were truly happy. So from now on I will try once a week to share with you the songs I love to listen to . Some grew up with me, others helped shape part of my personality. Some I relate to later loves, friends or unforgettable moments in time . Others simply give me that desire to dance, because I have no doupt  that music is probably one of the cheapest anti -depressants I know. I’ll share the ” sound -track ” of my life and probably will be for many readers and readers who follow Addicted -to -Style. I know that some will not think this is such a great idea, but if out of this posts there is at least one reader to whom I put a smile on her face or help recall a precious moment, then this post has had a purpose and made sense . – I wanted to start in the best way possible , with the most beautiful love song from these wonderful Liverpool kids. I get emotional every time I ear it ! – Hope you like it to !

How long will I love you?

Abril 7, 2014 in BOOKS & SONGS

Nunca me canso de surpreender pela magia e pelo poder da música. Nunca me ouvirão dizer que “no nosso tempo é que era” e que “os anos dourados do rock já lá vão”… Não tenho particular interesse por coletâneas dos anos 80 nem festas do Yé Yé apesar de, claro, ser a maior fã da música que marcou a minha juventude. Acho que os novos sons são um maravilhoso sinal da evolução dos tempos e parece-me que faz sentido irmos acompanhando essa evolução. Ter filhos a entrar na pré-adolescência ajuda muitíssimo porque os ouvidos deles estão, mais que os meus, sintonizados 100% com o que se faz agora. Isto par compensar os anos de “semi-tortura musical” em que os hits da Xuxa e das Doce Mania tocavam em lopping em casa e no carro, sempre e a qualquer hora. Ufa… já lá vai!

A verdade é que não há um ano que passe que, um dia, sem estar à espera, ao volante do meu carro, a caminho das coisas que tenho para fazer, sempre com a Rádio Comercial no limite do que os meus passageiros acham aceitável porque pendo para um gênero de surdez, o meu coração não pare…. para logo depois acelerar e começar a bater mais forte ao som de uma nova música que me arrebatou. Foi o caso deste “How long will I love you” da cantora e compositora  britânica de 28 anos Ellie Goulding. Imagino que a maior parte de vocês saiba lindamente quem ela é…  uma belíssima interprete das suas próprias músicas e poesias. Já ganhou um Brit Award, já cantou na Casa Branca e foi a cantora convidada para animar o casamento real de William e Kate. – Depois de ouvir esta música acho que se eu fosse a Kate (ou o William..) também a convidava para cantar no meu casamento. Sem duvida uma das mais bonitas canções de amor que ouvi nos últimos tempos.

How Long Will I Love You

How long will I love you?

As long as stars are above you

And longer if I can
How long will I need you?

As long as the seasons need to

Follow their plan
How long will I be with you?

As long as the sea is bound to

Wash upon the sand
How long will I want you?

As long as you want me to

And longer by far
How long will I hold you?

As long as your father told you

As long as you can
How long will I give to you?

As long as I live through you

However long you say
How long will I love you?

As long as stars are above you

And longer if I may
How long will I love you?

As long as stars are above you

 

UM BOM COMEÇO DE SEMANA PARA TODOS!!!

MARIA

Follow your Arrow wherever it points!

Fevereiro 10, 2014 in BOOKS & SONGS

FOLLOW YOUR ARROW

“If you save yourself for marriage
You’re a bore
If you don’t save yourself for marriage
You’re a horrible person
If you won’t have a drink
Then you’re a prude
But they’ll call you a drunk
As soon as you down the first one
If you can’t lose the weight
Then you’re just fat
But if you lose too much
Then you’re on crack
You’re damned if you do
And you’re damned if you don’t
So you might as well just do
Whatever you want
SoMake lots of noise
Kiss lots of boys
Or kiss lots of girls
If that’s something you’re into
When the straight and narrow
Gets a little too straight
Roll up a joint, or don’t
Just follow your arrow
Wherever it points, yeah
Follow your arrow
Wherever it pointsIf you don’t go to church
You’ll go to hell
If you’re the first one
On the front row
You’re self-righteous
Son of a-
Can’t win for losing
You’ll just disappoint ‘em
Just ‘cause you can’t beat ‘em
Don’t mean you should join ‘emSo make lots of noise
Kiss lots of boys
Or kiss lots of girls
If that’s something you’re into
When the straight and narrow
Gets a little too straight
Roll up a joint, or don’t
Just follow your arrow
Wherever it points, yeah
Follow your arrow
Wherever it pointsSay what you think
Love who you love
‘Cause you just get
So many trips ‘round the sun
Yeah, you only
Only live once

So make lots of noise
Kiss lots of boys
Or kiss lots of girls
If that’s what you’re into
When the straight and narrow
Gets a little too straight
Roll up a joint, I would
And follow your arrow
Wherever it points, yeah
Follow your arrow
Wherever it points”

 Não há como não ficar viciada nesta musica…

 

Nunca tinha ouvido falar nesta cantora quando no outro dia a vi desfilar na Red Carpet dos Grammy’s. Achei que era linda de morrer mas não imaginei, quando a vi pousar com o seu ar angelical naquele Armanizinho Privé rosa pálido, bem blend, que durante o espetáculo saísse de lá aquela “bomba” de micro saia e botas de cowboy imuninadas.  Como se isso não bastasse, a musica que cantou era linda… eu sei que sou ligeiramente suspeita porque ADORO musica country, mas a verdade é que esta Texana de 25 anos foi uma das grandes vencedoras na noite arrebatando dois importantes prémios que talvez se previssem ser ganhos pela princesa de Nashville, Taylor Swift…  Melhor Musica Country (Merry Go’ Round) e Melhor Album Country (Same Trailer Different Park). Não é para todos… e que bela escolha esta dos Grammy! As musicas que ouvi são todas muito boas e a própria da cantora e co-autora, a menina Kacey Musgraves, para além de ter uma voz linda e de ser uma belíssima interprete, ainda por cima é gira que se farta!

Desde que ouvi a musica Follow your Arrow ainda não consegui parar de a “cantar”! Adorei o video e o que era aquele kit cowgirl dela?! Alias, o que era aquele vestido e botas iluminadas que ela levou aos Grammy??? E o que é ela?! Que brasa… fiquei mesmo fã!

E assim, como quem não quer a coisa, achei que “servir-vos” este Follow Your Arrow pela manhã de segunda feira era a melhor coisa que podia fazer para vos pôr bem dispostas e cheias de boas energias! – Sigam o conselho desta miúda gira! Follow your Arrow!!! Vão para onde o vosso instinto vos mandar! – Sigam a voz do vosso coração! – Não façam o que os outros esperam de vocês mas sim aquilo que a vossa voz interior vos diz para fazer! – Se vivermos uma vida ditada por outras pessoas nunca vamos ser felizes porque, nunca estaremos à altura das expectativas que os outros vão fabricando para nós!

Beijinhos para todas e uma ótima segunda feira cheia de boas energias!!

MARIA

P.S. – E não se esqueçam que You Only Live Once!

In English

I had never heard about this singer before, when the other day I saw her at the Grammy ‘s Red Carpet for the first time . I thought she was drop-dead gorgeous but just couldn’t imagine , when I saw her with that, almost, angelic pale pink Armani Privé dress, that during the show she would come out as that sexiest cowgirl wearing a micro dress and lighten-up white boots. As if that wasn’t enough , the song that she sang was beautiful … I know I’m slightly suspicious because I love country music , but the truth is that this Texa’s 25 year old beauty, was one of the big winners on the night snatching two important prizes that may be won by Nashville Princess, Taylor Swift … Best Country Music ( Merry Go ‘Round ) and Best Country Album (Same Trailer Different Park ) . It’s just something you don’t pull out off the box that easyly  … it was a great choice of the Grammy’s ! All the songs are great, beautifully written and sang by Kacey Musgraves, that has not only a beautiful voice and is a wonderful singer but, on top, is too cute for words!

Since I heard the song Follow your Arrow I just couldn’t stop” singing ” it! I loved the video and her cowgirl outfit ! I also loved the dress she wore on stage  for her grammy’s performance. And the lighten boots ?? I want a pair!!

So, that’s why I decided that my Monday post would be about Follow Your Arrow. On a rainy Monday morning this was the best thing he could come up with to send you good energy and positive vibes ! – Follow the advice of this pretty girl ! Follow your Arrow ! Go where your instincts tell you to go! – Follow the voice of your heart ! – Do not do what others expect of you but what your inner voice tells you to do! – If we live a life dictated by others we will never be happy because we will never live up to the expectations that others made for us!

Hope you all have a great Monday

MARIA

P.S. – And don’t forget that You Only Live Once !

The heart of Portugal

Junho 27, 2013 in BOOKS & SONGS

No dia dez de Junho, dia de Portugal peguei na pequenada e fomos fazer o que naquele dia me pareceu ser um programa 100% português. Visitar o Palácio da Ajuda e ver a exposição da Joana Vascocelos. No final, aproveitámos a proximidade geográfica e fomos lanchar (eles pela primeira vez) aos Pasteis de Belém: Bingo! Foi mesmo um programa em cheio!… Eles adoraram, não tive a menor duvida. A forma como a Joana de Vasconcelos cria vai diretamente ao coração e à imaginação das crianças. Grande, colorido, despropositado, inusitado, divertido, imaginativo, insólito, bem humorado… tem realmente uma obra fantástica que nos deixa a todos orgulhosos. Gostei de a ver salpicada pelo Palácio da Ajuda e só pensava como teria brilhado talvez ainda um pouco mais na sumptuosidade de Versailles. Que orgulho!

Gostei de toda a experiencia desde a primeira sala, principalmente por terem encontrado uma forma tão inteligente de inter-relacionar a nossa tradição com o que mais arrojado se faz neste país. Já tinha visto alguns trabalhos que estão ali expostos e sabia que não havia como não se gostar desta exposição. De qualquer forma o ponto alto foi quando cheguei à sala de D. João VI onde rodopiada lentamente e em espiral o grande Coração Independente. Feito de talheres de plástico à semelhança de um coração de Viana de filigrana, este coração, do meu ponto de vista, foi o grande golpe de genialidade desta artista e que a colocou no patamar certo para subir até onde está. No alto do panorama artístico português.

Este Coração Independente encarnado, a dançar ao som de um dos mais belos fados de Amália que ecoava na majestosa sala daquele palácio, teve em mim uma repercussão inesperada. Tive de me sentar. Fiquei ali, meia hipnotizada a ouvir e a ver… naquele dia, àquela hora eu senti um tremendo orgulho de ter este sangue latino, esta saudade, esta coisa nossa, esta lamechisse esta incondicional tendência para a nostalgia… todas estas caracteristicas que maior parte das vezes condeno mas que fazem parte do nosso ADN… da massa de que somos feitos. Fiquei ali a deixar que a voz da Amália entrasse em mim. A deixar que a generalidade da Joana me preenchesse. A sentir este estremo orgulho de ser Portuguesa!
Se tiverem oportunidade, não deixem de ir ver esta exposição. Se tiverem filhos, levem-nos! Vão adorar! – O livro da editora Leya com uma belissima introdução de Isabel Silveira Godinho (diretora do Palacio há já varios anos) é praticamente obrigatório de trazer. Existem duas versões, uma delas com capa mole, bastante mais acessível. É um marco e uma recordação de um momento importante na história da nossa cultura. Tenho a certeza que irão gostar! No final, se ainda tiverem tempo levem lá os pequenos aos pasteis!! Para nós foi sem duvida um dia que ficará para sempre na nossa memória!

Não deixem de ouvir esta maravilhosa interpretação de Estranha forma de vida…. colossal!

INSTA-MOMENTS

Para comprar o livro clique (Aqui)

 

In English
On June 10th, the Portugal’s national day, I took the kids to, what it seemed to be, a 100% Portuguese program. Visit the Ajuda Palace and see the Joana of Vasconcelos exhibition. When we were done, we took advantage of the geographical proximity and we went for a snack at Pasteis de Belém: Bingo! It was a perfect family thing to do all together! … the kids absolutely loved it, I don’t have any doubt . The way Joana Vasconcelos creates goes straight to the kid’s hearts and imagination.. Large, colorful, unreasonable, unusual, fun, imaginative and humorous … actually she has a fantastic work that makes us all very proud. I loved seeing it splashed at Palacio da Ajuda and just thought how it would have come up even grander and with more lavishness at Versailles. What a pride! I enjoyed the exhebition from the first room. I had seen some of the pieces that are there and knew there was no way not to like this show. Anyway the highlight was when I got to the King João VI’s room  to find the red independent heart, this big filigree heart like the ones from Viana made of plastic cutlery. The independent heart, in the center point of the room dancing and rotating in itself, moving to one of the most beautiful fados from Amalia – Strange way of life – and the echo it had in the room of that stately palace had an unexpected repercussions in me. I had to sit down. I stood there, half hypnotized soaking in all that vibe … that day, at that time I felt a tremendous pride to have this Latin blood, this longing,  this unconditional tendency to nostalgia. Amália´s voice spoke strait to my hart. And Joana’s geniality filled me in. I felt extremely proud of beeing Portuguese!
If you have the chance please don’t miss this exhibition. If you have children, take them! They’ll love it! – The book from Leya that they sell there is almost mandatory. There are two versions, one with a soft cover, much more accessible. It is a milestone and a reminder of an important moment in the history of our culture. I’m sure you will enjoy it! And, at the end of the show, if you still have some time left take the family and yourself to Pasteis de Belem, and it will be a day to cherish forever!

 

A Palm Beach State of Mind

Março 14, 2013 in BOOKS & SONGS

“Not always Sunny but always in a Sunny State of Mind” Lilly Pulitzer

A propósito do meu post de ontem e de como, por vezes, podem estar 10ºC na rua, mas se carregarmos o sol no coração é sempre possível enchermos os nossos dias de cor… esta frase da emblemática Lilly Pulitzer, de quem já falei aqui no blog (veja aqui), é maravilhosa e pode tão bem por-nos num “Palm Beach State os mind”. – É mais ou menos assim que eu vivo… excepto nos dias (5 por ano) em que me falta literalmente a paciência para o frio e tenho vontade de emigrar… mas confesso que, na maior parte do tempo, trago sempre o sol cá dentro e acho que a vida é mais divertida assim.

Depois destas minhas mini férias na Florida, estou ainda mais nesse “mood”! – Só me apetece calor, flamingos, cocktails ao final da tarde à beira da piscina, uma túnica Lilly Pulitzer verde, brincos turquesa e umas sandálias Jack Rogers cor-de-rosa…

Tão bom quando no meio do inverno uma cliente  me diz que quer um sofá cor-de-rosa, papel de parede com flamingos e uma cama cor de coral. (Sim querida e corajosa Teresa, falo de ti!) em oposição àqueles que me “castram” estes instintos arco-íris … começam por assumir que querem uma decoração neutra e matam quando me dizem que não gostam de conchas e búzios…. : (

Amanha conto-vos por onde andei no dia em que escapei à azáfama de Miami para ir passar um dia maravilhoso em Palm Beach. Mas hoje queria só, mesmo, deixar-vos num “Sunny State os Mind”! – Feel the heat!!!

 

 

Quem se quiser realmente inspirar em grande estilo pode sempre encomendar um destes livros disponíveis no site da Amazon.co.uk. – Têm os três umas capas lindas e super decorativas. Como não podemos comprar tudo o que queremos, dos três, escolhi para a minha “wish List”  o “In the Spirit os Palm Beach”, porque sei que esta coleção “In the Spirit” da editora Assouline é maravilhosa. Já tenho alguns exemplares e parece-me que este de Palm Beach deve ser praticamente obrigatório! Não acham?! (Se clicar por cima de cada livro, irá diretamente para o site onde o pode comprar… que tentação!)

Espero que tenham ficado já com vontade de tirar as meias, guarda-las até ao próximo inverno e assumir de vez as sandálias!!

 

In English

In the spirit of my post from yesterday, and specking about the fact that even when the temperature is 10ºC out we can still feel warm in our harts and our days can be filled with color … this quote from iconic Lilly Pulitzer, about whom I have already wrote here in the blog, it’s wonderful and put us in a “Palm Beach State the mind.” – I live by it … except on those 5 days  when I get so sick of the cold that I literally want to emigrate … but most of the time, I cary the sun within me and I think life is just more fun that way.

After this last trip to Florida, I am even more in that mood! – I just want to feel the warm wether, flamingos, late afternoon cocktails by the pool, a Lilly Pulitzer green tunic, turquoise earrings and pink Jack Rogers sandals  … It’s just so nice that some of my clients are cool enough to ask me for a pink sofa,  flamingo’s wallpaper and a coral headboard… (Yes dear and courageous Teresa, it´s really you I am talking about!) As opposed to those who insist in asking that I came up with neutral palettes and and tell me that they’re not into shells….

Tomorrow I’ll tell you about the day that ran away from the fun madness of Miami to go to quite Palm Beach but today I just wanted to start you in this “Sunny State the Mind”! – Feel the hit!!

For those of you that want to get inspired in style you  can always order one of these books available at Amazon.co.uk site. – They all have beautiful covers and are super decorative but in fact the one that is on my “wish list” is “In the Spirit the Palm Beach.” This collection of “In the spirit” published by Assouline is wonderful. I already have a few copies and it seems that Palm Beach is practically mandatory! Don’t you think so?!

 

The Lost Beatles & Stones

Março 8, 2013 in BOOKS & SONGS

Cresci a ouvir Beatles e Stones. Enquanto a maior parte das adolescentes naquela epoca colecionavam posters dos Duran Duran, eu mergulhava num livro de capa dura cheio de fotografias e que contava a vida dos Beatles que a minha mãe me ofereceu quando eu tinha 14 anos e nos (quase todos) álbuns que fui colecionando ao longo dos meus “teen years”. Alugava a minha amiga Lúcia Negreiros, que era bilingue, para me traduzir tudo o que eu não entendia e passávamos, as duas, horas seguidas a decorar as letras. Ela explicava-me cada palavra e quando eu finalmente entendia o significado de cada letra, decorava a musica mais facilmente. Tantas musicas dos Beatles que vivem ainda na minha cabeça… Lucy in the sky with diamonds, Julia, Black bird, I me mine, Hey Jude… não acaba. Mais tarde vieram os Stones. Nos meus tempos (que traduz em 6 meses) mais “rebeldes”… e, de tanto a dançar, Pleased to meet you, ficou para sempre uma das minhas musicas preferidas.

Esta pequena introdução só serve para vos contar que, quando cheguei ao Hotel Betsy, nestas férias, tive uma alegria redobrada ao perceber que tinham espalhada, por todo o edifício, uma extraordinária exposição de fotografias originais e inéditas destas duas bandas.

A exposição chama-se The Lost Beatles & Stones. Este espolio maravilhoso e inédito pertencia ao Manager de turnê das bandas , o senhor Bob Bonis. Entre os anos de 1964 e 1966 este homem foi o responsável por acompanhar estes miúdos em ascensão vertiginosa nas suas digressões pelos Estados Unidos. Um amante da fotografia, Bob Bonis carregava para onde fosse a sua Leica M3 e o resultado é revelador de uma intimidade fora do normal com qualquer um dos elementos das duas bandas. As fotografias, para além do seu lado estético e decorativo, são quase todas pequenas pérolas de uma realidade por relevar, de uma autenticidade inédita e de um mundo privado e pessoal dos músicos.

Até à sua morte, Bob nunca mostrou qualquer intenção de quebrar o laço de total sigilo entre ele e cada membro destes grupos, nunca fazendo tensão de publicar esta maravilhosa coleção histórica.

Morreu em 1992 e só agora, passadas duas décadas, o seu filho Alex, decidiu que era altura de partilhar este tesouro com o resto do mundo. Eu agradeço!

 

As fotografias estavam a ser vendidas por valores que começavam nos $800 e que chegavam aos $4 200 (como era o caso da foto de Mick Jagger em grande formato que aparece ao meu lado, exposta no Lobby do Hotel).

A versão low cost desta experiência pode passar por comprar os livros que foram feitos a partir da compilação de toda esta memorabilia. Disponíveis pela simpática quantia de £11,99 e £12,79 no site da Amazone.UK.  Já estão na minha “wish List”. Não só porque serão, para sempre, uma querida memória desta minha viajem como são dois perfeitos “Coffee table Books” e um otimo tema de conversa em qualquer jantar ou reunião de amigos. Para ser perfeito, não esquecer a banda sonora!

Deixo-vos com um dos meus temas favoritos de toda a vida, interpretado por Paul McCartney – Black Bird! – Sem querer ser muito chata, e só para quem não sabe, este poema foi escrito na primavera de 68 por Paul McCartney numa altura em que a tensão racial nos Estados Unidos escalava. O passaro preto com asas partidas é mais que a redutora imagem de um passaro que não consegue voar. É um povo, uma raça oprimida à espera do momento certo para se libertar. A musica foi inspirada numa area funebre de Bach (o bourrée) que tanto McCartney como Harrison  tocaram vezes sem conta, muitos anos antes, numa altura em que os Beatles ainda não se tinham formado. Não digo mais nada! Just listen and enjoy!

Espero que tenham um Otimo fim-de-semana!!

 

In English

I grew up listening to the Beatles and Stones. While most teenagers at that time used to collect Duran Duran posters, I would dive into a hardcover book full of pictures with a biography of the Beatles that my mother gave me when I was 14 and (almost all) albums I collected during my “teen years”. I would ask my friend Lucia Negreiros, who spoke both Portuguese and English to translate everything so I would understand every single word. We would sit for hours trying to memorize every lyric.  She explained to me every word and when I finally understood the meaning of each poem, I would memorize it much more easily. So many Beatles songs that still live in my head … Lucy in the sky with diamonds, Julia, Black bird, I me mine, Hey Jude … it doesn’t end. Later came the Stones. In my more “rebel”days (which translate in to 6 months) … and, from dancing it so many times, Pleased to meet you, was forever one of my favorite songs.

This short introduction only serves to tell you that when I arrived at the Betsy Hotel this vacation, I was so glad to realize that they had spread throughout the building, an extraordinary exhibition of original and unreleased photographs of these two bands.

The exhibition is called The Lost Beatles & Stones. This wonderful and unprecedented collection belonged to the Tour Manager of the bands, Mr. Bob Bonis. Between the years 1964 and 1966 this man was responsible for overseeing these kids in their dizzying rise in their tours around the States. A lover of photography, Bob Bonis always carried around his Leica M3 and the result is indicative of an unusual intimacy with each and every elements of the two bands. The photographs, in addition to its aesthetic and decorative side, are real life treasures of an unprecedented authenticity and a personal and very private view of this musicians´s world.

Until his death, Bob never showed any intention of breaking the bond of complete confidentiality between him and every member of both groups, never publishing this wonderful historic collection.

He died in 1992 and only now, after two decades, his son Alex, decided it was time to share this treasure with the rest of the world. I am very thankful!

The photos were being sold at the Betsy for values that started at $ 800 up to $ 4,200 (as the XL size photo of Mick Jagger sitting next to me at the Hotel Lobby).

The low cost version of this experiment can start by buying the books that were made from the compilation of all this memorabilia. Available by a nice value of £ 11.99 and £ 12.79 at Amazone.uk. They are both on my “wish list”. Not only because it will be dear memory of this time in Miami but also because they are two perfect “Coffee table Books” and an awesome conversation topic when you invite friends over for dinners. For a perfect evening just try not to forget the soundtrack!
I am living you with one of my favorite songs ever, played by Paul McCartney – Black Bird! – I don’t want to get boring, just for the ones that don’t know, this poem was written in the spring of 68 by Paul McCartney at a time when racial tensions in the United States climbed. The black bird with broken wings is more than the simplistic image of a bird that can not fly. It is an oppressed racial group of people waiting for the right moment to break free. The song was inspired by a funeral area by Bach (the bourrée) that both McCartney and Harrison played countless times, many years before, at a time when the Beatles had not yet been formed. I will shut up! Just listen and enjoy!

Hope you all have a great week-end!

 

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