Dying to be me!

Abril 21, 2016 in BOOKS & SONGS, BRIGHT MINDS

Anita Moorjani

A autora deste Best-seller, Anita Moorjani, morreu e renasceu para uma nova vida e vive hoje de uma forma completamente diferente do que fez até o seu corpo ter sucumbindo a um cancro terminal. Apesar de não ter ainda lido o livro, vi na semana passada a TedTalk em que Anita nos conta, muito resumidamente, a sua viajem por uma dimensão paralela numa altura em que, devido a um linfoma em estagio avansadissimo, entrou num coma de onde acabaria por voltar com uma atitude completamente diferente perante a vida, o seu corpo e as suas relações .

Não vos vou contar a história porque tem mais impacto ser ouvida pela própria (o video está legendado) por isso a única coisa que queria deixar aqui resumido, são os cinco conselhos que esta sobrevivente de uma aparente experiência com a morte nos conta:

1 – Ama!

Amar e sermos amados é a chave para uma vida feliz. Sabermos deixar-nos amar é tão importante como amar alguém. E mais importante, amarmo-nos a nós próprios. Uma pessoa que tem uma boa auto-estima, muito dificilmente será agressiva ou controladora. Simultaneamente não permitirá que sejam agressivos ou controladores consigo, vivendo uma vida de paz e harmonia. Amor significa respeito, em todos os sentidos. Incluindo respeito pelo nosso corpo.

2 – Viver destemidamente!

Viver sem medo de tudo. Segundo Anita vivemos numa sociedade onde prolifera a cultura do medo. Não comemos isto ou aquilo, não porque respeitamos o nosso corpo mas porque temos medo de vir a ter esta ou aquela doença como conseguencia. Ensinamos o medo aos nossos filhos. Medo da doença, medo da decepção, medo do ridículo…. as nossas escolhas devem ser feitas com base em condicionantes de amor e não medo. “Gosto do meu corpo por isso não fumo”. E não, “tenho de deixar de fumar porque tenho medo de ter cancro dos pulmões”.

3 – Ri-te mais!

Rir e fazer rir. Rir-mo-nos de nós próprios e com os que amamos. Nunca deixar que as curvas da vida nos tirem essa maravilhosa capacidade. Ou nunca nos deixar-mos chegar ao ridículo de nos acharmos acima de uma gargalhada despretensiosa. Rir é o melhor remédio por isso devemos cultivar o humor, o riso e a boa disposição na nossa vida. Se estão rodeados de pessoas que vos fazem rir, cuidem delas, reguem essas amizades com amor. São preciosas fontes de boa energia.

4 – A tua vida é um presente!

Devemos ter sempre consciencia que esta vida nos foi oferecida como um presente preciosos do qual devemos cuidar. Ter noção que devemos tirar o máximo partido de cada dia e sermos eternamente agradecidos por cá estarmos.

5 – Sê tu próprio!

Anita até diz qualquer coisa como… “Sê o mais TU que conseguires”. Quantas vezes já ouvimos coisas parecidas e mesmo assim, grande parte de nós continua a viver as suas vidas espelhado noutras vidas e noutras personagens que nada têm a ver com a sua realidade?!  Párem e sejam vocês, abracem as vossas singularidades, amem-se e aceitem-se. Espalhem a vossa luz que é única e singular. Deixem a VOSSA marca no mundo, na vida e naqueles que vos rodeiam.

E agora que já vos deixei curiosos, vejam o video. São 18 minutos de pura inspiração! – Para os mais sensíveis os primeiros 5 minutos são mais difíceis mas não parem, a mensagem importante vem depois. Anita começa por explicar a doença para depois ter mais impacto todo o desenrolar da história e o milagre da cura. Prometam-me que vêm e depois partilhem. Este video pode vir a mudar algumas vidas e a forma como muitos de nós vemos o mistério da existência.

 

Depois, se quiserem ter uma experiência mais completa, podem sempre comprar o livro, já traduzido para Português pela Porto Editora.

Nascer de Novo

Podem ler o Prefácio e a Introdução deste best-seller [AQUI]

Obrigada querida Joana Moinho por me ter contado esta história, por ter partilhado comigo mais um bocadinho da sua luz. Espero, com este post, chegar a alguém como a Joana chega tantas vezes ao meu coração.

beijinhos

O nome de Deus é Misericórdia

Abril 5, 2016 in BOOKS & SONGS

Outra coisa de que me vou sempre lembrar destas férias, e que não podia deixar de partilhar convosco, foi do livro que me acompanhou nos fins de tarde na montanha. Já o tinha comprado há um tempo mas queria lê-lo com calma por isso guardei-o para esta semana. [ Como se guarda um vestido especial para a ocasião certa.] É um livro, como podem imaginar, encantador. No fundo é uma conversa entre o jornalista e vaticanista Andrea Tornielli e o Papa Francisco sobre este tema tão atual [no sentido de ter sido escolhido pelo Papa como tema fulcral do seu pontificado] que é a Misericórdia de Deus.

Quando assistiu à primeira missa celebrada pelo Papa e percebeu que a centralidade do seu pontificado se focaria na mensagem da Misericórdia, logo ali pensou como seria interessante planear uma entrevista para explorar o tema, para que o Papa pudesse passar a sua mensagem de uma forma simples e universal. Assim foi. Este livro nasceu de uma conversa que os dois tiveram em Agosto de 2015 e foi lançado no inicio deste ano em 82 países. O titulo do livro apresentado na capa foi manuscrito pelo próprio Papa em todas as diferentes línguas em que foi traduzido.

É um livro que nos informa e nos emociona. Que explica e que inspira. Que chega ao nosso coração e nos faz parar e pensar. É um livro para aqueles que procuram a paz e um sentido para a vida.

Penso que não seja um livro para ser lido apenas por católicos. Apesar de explicar a importância de Deus e a sua relação com a misericórdia, ou mais precisamente, os efeitos que a misericórdia divina tem em nós, as palavras do Papa e a sua visão sobre o perdão e a misericórdia são e devem ser adaptáveis às nossas vidas, ao quotidiano e à forma como todos vivemos (ou devíamos viver).

Muito simplificadamente, é um livro que nos ensina, não só, como é relevante saber perdoar mas como também é importante saber pedir perdão. No fundo, termos a humildade de nos reconhecermos como pecadores [confesso que durante muito tempo esta foi uma palavra que evitei mas que ao ler este livro parece que me entendi com ela e com toda a sua possível carga]. Para isso o Papa recorda aos supostos “cristãos imaculados e justos”…. “Até o Papa é um homem que precisa da misericórdia de Deus”.

Uma lição de amor, justiça e humildade. – Lê-se de uma penada. Não deixem de o fazer!

beijinhos

P.S. – O Papa Francisco proclamou o ano de 2016 como Ano Santo da Misericordia. Leiam mais [AQUI]

A Espiral Ascendente e o Exercício da Gratidão

Outubro 16, 2015 in BOOKS & SONGS

My day begins and ends with gratitude

A propósito do post que fiz na semana passada sobre Gratidão, uma amiga enviou-me um artigo giríssimo sobre um livro chamado “The upward spiral” (A espiral ascendente) do Neuro-cientista britânico Alex Korb.

O artigo explica de um forma muito científica os porquês do “Exercício da Gratidão” e como este pequeno gesto diário pode mudar a nossa vida. Ou seja, para aqueles que, por qualquer motivo, têm alguma dificuldade em introduzir a oração na sua rotina diária esta abordagem mais rigorosa em termos científicos poderá ser uma formúla para entrarem na “espiral ascendente” e mudarem drasticamente o fluxo dos acontecimentos na vossa vida!

Deixo-vos com algumas passagens do livro que traduzi:

“Os benefícios da gratidão começam com o sistema de produção de dopamina, porque sentir-se grato ativa a região do cérebro que produz essa substância. Além disso, a gratidão para com os outros aumenta a atividade da dopamina nos circuitos sociais, o que torna as interações sociais mais agradáveis …”

“Um poderoso efeito de gratidão é que pode aumentar a produção de serotonina no nosso cérebro. Obrigar-nos a pensar em aspetos da nossa vida que nos fazem sentir gratos concentra-nos em conceitos positivos. Esse simples ato aumenta a produção de serotonina pela fenda sináptica do nosso cérebro.”

“O que mais importa não é necessariamente encontrar a gratidão mas sim reformular a nossa forma de pensar para olharmos para a vida e para o que nos rodeia de uma forma grata. Relembrarmo-nos de sermos gratos é uma forma de inteligência emocional. Um estudo científico revelou que o estado de gratidão afeta a densidade de neurônios, tanto no córtex pré-frontal ventromedial como lateral. Estas mudanças de densidade sugerem que, como a inteligência emocional aumenta, os neurônios nestas áreas se tornam mais eficientes. Com maior inteligência emocional, simplesmente fazemos menos esforço para sermos agradecidos.”

“Tudo está interligado . Gratidão melhora o sono . Sono reduz a dor. Dor reduzida melhora o nosso humor. A melhora do humor reduz a ansiedade, o que melhora o foco e a capacidade para planear. A concentração e planeamento ajuda na tomada de decisões. A tomada de decisões reduz ainda mais a ansiedade e melhora a nossa capacidade para apreciar cada momento. Esse prazer vai reforçar o nosso sentimento de gratidão, o que mantém o ciclo da espiral ascendente a fluir. O Bem-estar também torna mais provável que nos apeteça praticar exercício físico e socializar, o que, por sua vez , vai fazer com que nos sintamos mais felizes.”

Alex Korb

In “The upward spiral”

 

O que é Dopamina?

A dopamina tem sido chamada de “molécula da motivação.” Aumenta o nosso direcionamento, foco e concentração. Permite-nos planear com antecedência e resistir aos impulsos, para que possamos alcançar os nossos objetivos. Dá-nos a sensação de “Eu fiz isto!” quando realizamos o que nos propusemos a fazer. Faz-nos competitivos e proporciona a emoção da conquista em todos os aspectos da vida – negócios, desporto, relações pessoais…

A dopamina é responsável pelo nosso sistema de prazer e recompensa. Permite-nos ter sentimentos de prazer, felicidade e até mesmo euforia. Quando os niveis de dopamina no nosso corpo são baixos podemos perder o foco, sentirmo-nos desmotivados, apáticos e até mesmo deprimidos.

Alimentos que devemos consumir?

Todos os produtos de origem animal, Amêndoas, Maçãs, Abacate, Bananas, Beterrabas, Cacau, Café, Favas, Vegetais de folhas verdes, Chá verde, Feijão, Melancia

O que é Seratonina?

A serotonina é um neurotransmissor que atua no cérebro regulando o humor, sono, apetite, ritmo cardíaco, temperatura corporal, sensibilidade à dor, movimentos e as funções intelectuais.

Quando ela se encontra numa baixa concentração, pode levar ao mau humor, dificuldade em dormir e vontade de comer o tempo todo, por exemplo.

Uma das formas de aumentar a concentração de serotonina na corrente sanguínea é consumindo alimentos ricos em triptofano, outra forma é praticando exercícios físicos com regularidade.

Alimentos que devemos consumir?

Chocolate negro, Tomate, Banana, Vinho, Carnes Magras

 

the upward spiral

Para saberem mais sobre este livro cliquem [AQUI]

Se alguém já leu o livro ou souber se existe uma tradução para português por favor partilhe!

OBRIGADA por estarem aí desse lado e por tantas mensagem queridas que recebi pelo post da Gratidão. Algumas que chegaram de forma particular e quase todas comoventes! Fico muito feliz por ter ajudado…

Obrigada também à minha amiga Kikas que me abriu mais esta porta de conhecimento!

beijinhos

Take me to church

Janeiro 23, 2015 in BOOKS & SONGS

Hozier

Uma daquelas músicas que nos enche a alma e nos dá vontade de dançar. Ouvi-a pela primeira vez com o Salvador. Adoro quase sempre todas as músicas que este meu boneco (corrijo… este rapaz alto e espadaúdo que já deixou de ser um bebé há muito tempo… 🙂 ) gosta. Temos o mesmo ouvido e os mesmos gostos musicais. O vídeo é muito forte e põe o dedo na ferida da homofobia de uma forma explicita e violenta. Se forem muito suscetíveis, fechem os olhos e deixem apenas levar-se pela força da música. Very Powerful! – Bom Fim-de-Semana!

beijinhos

The Waverly Inn

Novembro 19, 2014 in BOOKS & SONGS, GLOBETROTTER, LET'S EAT!

waverly inn logoThe Waverly Inn

Quando se cruza o Atlântico para ir jantar fora, é melhor que o restaurante seja mesmo bom. Conheço alguns em Nova York, mas adorei ir ao The Waverly Inn no bairro trendy de Greenwich Village. Não me foi recomendado particularmente por ninguém mas já numa ou outra situação tinha ouvido falar neste restaurante. Ou seja, estava na lista. E valeu mesmo a pena, uma vez que superou em tudo as minhas expetativas.

O edifício é muito antigo. A estrutura terá mais de 200 anos. Como restaurante funciona já desde 1920. Começou por ser o lugar de eleição da elite intelectual de Manhattan. Durante muito tempo foi palco de tertúlias onde se encontravam poetas, escritores, pintores… figuras importantes da cultura mundial. Em 2006 o espaço foi comprado por Graydon Carter, um influente editor da revista Vanity Fair. Graydon, para além de atrair a elite cultural, puxou também para o local uma saudável massa de celebridades que adoram serem fotografadas à porta do pequeno restaurante, onde muitas vezes os esperam grupos de paparazzi.

Na 6a feira, quando chegámos, percebi logo que a àrea estava calma, mas de fora, nada faz imaginar o ambiente que se vive dentro. Sentimo-nos literalmente entrar num romance de Charles Dickens, num cenário assim meio Vitoriano mas onde, por contraste, os “personagens” vestem Prada ou Gucci e as senhoras passeiam as suas carteiras Valentino e os seus vestidos Lanvin pretos. Acho que quase todas as pessoas naquele restaurante estavam vestidas de preto… só um detalhe. Mas chic… tudo chic a valer! – Como diria Dâmaso Salcede, o gorduroso lambe botas de Os Maias.

O pé direito é baixíssimo como seria de esperar de uma taberna campestre. Um autentico pub inglês de 1800s… com lareiras e tudo. Com apenas 6 bancos de bar, muitas são as pessoas que chegam e ficam em pé enquanto esperam pela sua mesa ao sabor de um belíssimo cocktail. Esta primeira sala tem algumas mesas de refeição mas tivemos a sorte de jantar na sala principal onde a atmosfera é mais calma e com um toque Parisiense. As paredes estão pintadas com murais de Edward Sole, caricaturista e ilustrador, amigo pessoal de Graydon Carter. A ideia foi retratar naquelas paredes exatamente a fauna de artistas e intelectuais que sempre encheram de cultura aquele emblemático espaço. Confesso que se reconheci uma mão cheia foi bastante… Bob Dylan estava mesmo à minha frente e Andy Warhol perto…. Marlon Brando também lá está e Truman Capote… De resto, grande parte são escritores, poetas, politicos… figuras que deixaram o seu DNA na estória da cidade mas não imediatamente reconhecíveis por dois “tugas” cansados…

De resto, tivemos uma refeição deliciosa. Como já tinha ouvido falar no “Mac and Cheese” com trufa, não hesitei muito na hora de escolher o prato principal. A fama precede-o mas confesso que quando percebi o preço (48 horas mais tarde) achei ligeiramente despropositado… não deixa de ser uma “pratada de massa com natas e queijo gratinado” ao preço da melhor lagosta, mas pronto… estávamos no The Waverly Inn, a jantar no centro do mundo, numa 6a feira à noite, depois de uma semaninha de cão e praticamente diretos de um voo de 8 horas. Merecíamos qualquer coisa!

Existe um livro publicado com fotos e a descrição de cada personagem dos murais do restaurante, chama-se  The Mural at the Waverly Inn.  Não deixem de dar uma espreitadela! Deve ter muito mais graça chegar e saber quem é quem, do que andar ali a divagar como nos aconteceu a nós… “Mas quem são estes caramelos todos?!”

The murals at the Waverly Inn

 

Se lá quiserem ir, na vossa próxima visita à cidade, não se esqueçam de reservar [AQUI].

Diz que” está sempre à pinha…

The Waverly Inn  fica em 16 Bank St, New York, NY 10014.

beijinhos

 

In English

When you cross the Atlantic to go out to dinner, you better pic a really good restaurant. I know quite a few in New York city, but I loved going to The Waverly Inn in the trendy neighborhood of Greenwich Village. It wasn’t recommended by anyone in particular but for some reason I had heard about it and it was on my list. And it was worth the trying , as it exceeded all my expectations.

The building is very old. The structure has probably more than 200 years. It became a restaurant in 1920. It started as the place of choice for Manhattan’s intellectual elite. It has long been host to gatherings of poets, writers, painters … In 2006 the space was bought by Graydon Carter, an influential editor of Vanity Fair. Graydon, besides attracting the cultural elite, also pulled a healthy local mass of celebrities who love being photographed by the door of the small restaurant where often are expect by groups of paparazzi.

Last Friday, when we arrived, I soon realized that the area was calm, but from the outside, no one guesses the kind os atmosphere that’s inside. We literally feel as if we are entering a novel by Charles Dickens, where, by contrast, the “characters” wear Prada or Gucci and the ladies carry their Valentino purses and their Lanvin black dresses. I think almost everyone in that restaurant were dressed in black … just a small detail. But all very chic!

The rooms are very low as you would expect from a very old country inn. An authentic 1800s English Pub… with its fireplaces and all. With only six bar stools, there are many people who come and get to be standing while they wait for their table with a wonderful cocktail in hands. This first room has a few dinning tables but we were lucky to seat in the main dining room where the atmosphere is calmer, with a Parisian twist. The walls are painted with murals by Edward Sole, caricaturist and illustrator, personal friend of Graydon Carter. The idea was to portray in those walls exactly the fauna of artists and intellectuals who always filled with culture that emblematic space. I confess that if I recognized a handful was a lot … Bob Dylan was right in front of me and Andy Warhol close …. Marlon Brando was also there and Truman Capote … Moreover, most are writers, poets, politicians. .. figures who left their DNA in the story of the city but not immediately recognizable by a tiered portugues couple…

Moreover, we had a delicious meal. As I had already heard about the “Mac and Cheese” with truffle I did not hesitate much when choosing the main course. The reputation precedes it but I confess that when I was informed about the price (48 hours later) I found it slightly outrageous …after all it’s just a “Full plate of gratin pasta and cheese” at the price of the best lobster, but anyways … we were at the Waverly Inn, dinning in the center of the world, at a Friday night, after an awful week and almost directly from an 8 hour’s flight. We deserved all we wanted!

There is a book published with photos and descriptions of each character in the murals of the restaurant, called The Mural at the Waverly Inn. Do not forget to take a peek! Must be more fun to get to know who is who before walking there than to keep wandering who everyone was like we did…

Chanel nº5 – The one that I want!

Novembro 12, 2014 in BOOKS & SONGS, MOVIES & PLAYS

Chanel nº5

Pára tudo!!! – Já viram o novo anúncio do perfume Chanel nº5 realizado pelo estratosférico Baz Luhrmann ?? O realizador Australiano (The Great Gatsby) volta a trabalhar com a marca francesa (para quem já tinha feito uma curta metragem à 10 anos onde brilharam Nicole Kidman e Rodrigo Santoro). Desta vez, sempre em parceria com a sua mulher, a galardoada designer (vencedora de dois oscares da academia para melhor costume design) Catherine Martin, Baz apresenta-nos uma história de “um momento na vida de uma mulher”. Ao que parece a ideia era passar uma história com que todas nos identificássemos. A história sobre uma “mulher real” (hum, hum… a “girl next door”, Gisele Bundchen, que de real tem o que sabemos… nada, mas pronto) , com uma vida real. Para o efeito Gisele veste a pele de uma super modelo, retratando uma top model com uma top casa, num top spot, com um top marido no seu top carro guiado pelo seu top chauffeur.. enfim tudo completamente banal e real como também já estão a imaginar. – Entretanto só mais um pormenor… a moça surfa ondas daquelas que eu, se avistasse uma da costa, acharia que era um tsunami. Mas sim, ela surfa com a mesma naturalidade que pousa para a câmara de Baz (que entra na história como fotógrafo) ou com a mesma graça que se borrifa de Chanel nº5 enquanto usufrui de quality time com a filha.

Posto isto e todas as brincadeiras à parte, Baz acertou em cheio! – O filme está magistral e o facto de terem escolhido Gisele para embaixatriz da marca faz-nos esquecer o tiro ao lado que foi Brad Pitt como imagem do mais emblemático e vendido perfume de todos os tempos.

E não tem importância nenhuma que tudo seja ligeiramente inatingível… porque é tudo completamente aspiracional. Todas vamos querer aquilo tudo, incluindo o perfume. Que neste caso é o que se pretende.

Eu própria, que comprei o meu primeiro e único Chanel nº5 quando tinha acabado de fazer 17 anos e desde então nunca mais me cruzou o pensamento voltar a usar um aroma que achei  pesado e “antiguinho”, fiquei com uma incontrolável vontade de voltar a cheirar assim, igual àquela Gisele enigmática, que surfa e que posa e que no meio de tudo tem tempo para brincar com a filha e que no limite escolhe a família e o amor sobre a carreira. Ganda Baz!!!

E a música??? O que é esta música interpretada desta forma por Lo-Fang?O arranjo musical mais inesperado dos últimos tempos! – Quem não se lembra desta música em Grease??? You’re the one that I want aqui cantado de uma forma intensa e que, aposto, vos vai deixar a suspirar… (A mim deixou) é mesmo a cereja no topo do bolo! Bolas, bate mesmo tudo certo!!

Enfim… estou viciada! … Definitivamente rendida ao génio de Coco Chanel aqui revivido por Karl Lagerfeld e Baz Luhrmann . Rendida a esta versão da música. Rendida, mais uma vez, à beleza desta mulher e todos os kits que ela veste durante o filme (tirados da coleção Cruise 2015). Rendida à magia deste perfume histórico…

Chanel nº5… You are, defenitly, the one that I want!!

In English

Stop everything !!! – Have you seen the new Chanel No. 5 perfume ad directed by stratospheric Baz Luhrmann ?? The Australian director (The Great Gatsby) reunites with the French brand (for whom he had already made a short film 10 years ago, staring Nicole Kidman and Rodrigo Santoro). This time, always in partnership with his wife, award-winning designer (winner of two Academy Awards for best costume design) Catherine Martin, Baz presents us with a story of a moment in a woman’s life. Apparently the idea was to convey a story  that we all identified with. A story about a “real woman” (hum, hum … the “girl next door”, Gisele Bundchen, who we all acknowledge as being so common, right?!), with a real life.So Gisele plays a model.  In fact she is  a top model with a top home in a top spot, with a top husband in his top car driven by his top chauffeur .. the all entourage is completely real… not! But just one more detail … the girl surfs those waves that I, if I saw one from the coast, would find that it was a tsunami. But yes, she surfs with the same ease that poses for the Baz’s camera (who enters the story as a photographer) or with the same grace that sprays of Chanel No. 5 whilst enjoying quality time with her daughter.
That been said, and all jokes aside, Baz nailed it! – The short movie is masterful, and the fact that they have chosenGisele to be  the brand ambassador makes us all forget Brad Pitt was in those miss feting shoes not long ago. Completely wrong as the image to this most emblematic and selling perfume of all times.
Because even though everything is slightly unattainable …  it’s completely aspirational. We end up wanting it all, including perfume. Which, in this case, is exactly what Chanel expected from Baz.
Personally and having bought my first and only Chanel No. 5 when I had just turned 17 and since then has never crossed my mind to use it again as I remember it as a to strong of a scent, I got the urge to smel exactly  the same to this enigmatic Gisele, that surfs and poses and  plays with her daughter and that at the end choses Family over carrear. Way to go Baz !!!
And this song??? This Lo-Fang interpretation of the classic is really something . The most unexpected musical arrangement that I recall! – Who doesn’t remember this song ??? You’re the One That I Want from the movie Grease was sung here in a very intense way and, I bet, will make your little harts beat a little faster. It seems like they really got it all covered!
Anyway … I’m addicted! … Definitely surrendered to the genius of Coco Chanel  revived here by Karl Lagerfeld and  Baz Luhrmann. Surrendered to this version of the song. Surrendered, once again, to the beauty of this woman and all the great outfits that she wears during the movie (taken from the 2015 Cruise Collection). Surrendered by the magic of this historic fragrance …
Chanel No. 5 … You are, defenitly, que the one I want !!beijinhos

My Favourite Love Song #9

Novembro 10, 2014 in BOOKS & SONGS

I will always love you

Vamos então começar pelo princípio… Poucos sabem que esta música que Whitney Houston tornou épica com a sua interpretação para a banda sonora do filme de Kevin Costner, The Body Gard, em 1994, começou por ser uma balada Country gravada em 1973 por Dolly Parton.

Um dia, quando as palavras lhe faltavam para argumentar uma separação inevitável, foi para casa e compôs este estrondoso sucesso musical que cantaria no dia a seguir ao seu parceiro profissional (Porter Wagoner) de quem se quis separar naquele altura, iniciando um projeto a solo.

A energia que a canção passa é exatamente essa… da impossibilidade de dar certo. A historia de alguém que parte, mesmo amando… e do vazio que deixa. O amor eterno retratado como um desperdício de afetos. Quem fica, bem poderá pensar… Para que serve que me ames a vida toda, se não vais estar aqui do meu lado?! – Na verdade não faz muito sentido….mas lá que é uma música extraordinária, ninguém o pode negar.

Pode até já ter sido ouvida vezes a mais… concordo! – Já não lhe damos o verdadeiro valor que merece. Não há um concurso de talentos em que não venha a “I will always love you!”, principalmente quando a concorrente é daquelas que transborda auto estima e talento e quer mesmo fazer um statment. – “Eu sei… esta musica é difícil de cantar com’ó caraças mas reparem como não tenho medo de o fazer.”… Ou seja, não é qualquer pessoa, no seu perfeito estado de saúde menta, que arrisque cantar “A Canção” em público. Whitney, depois de o fazer, deixou a fasquia lá bem em cima e todos sabem que é praticamente impossível, sequer, igualar, quanto mais superar.-  Quando lhe passaram esta música para as mãos Whitney Huston mudou o rumo da história desta balada country. Que sempre foi linda, não me interpretem mal… (e se eu a-d-o-r-o a melodia do country!)  Mas esta canção não era aquilo em que se tornou. Ficou maior que a letra, que a música, que a história do filme… Tornou-se na música pela qual Whitney Houston será sempre recordada. Inimitável.

Imagino que poucas pessoas sejam indiferentes a esta canção de amor!

I will always love you

If I should stay
I would only be in your way
So I’ll go but I know
I’ll think of you
Every step of the way

And I will always love you
I will always love you
You, my darling you

Bitter sweet memories
That is all I’m taking with me
So goodbye, please, don’t cry
We both know I’m not what you, you need

And I will always love you
I will always love you, oh

I hope life treats you kind
And I hope you’ll have
All you’ve dreamed of
And I wished you joy
And happiness
But above all this, I wish you love

And I will always love you
I will always love you
I will always love you
I will always love you
I will always love you
I, I will always love you, you

Darling, I love you
I’ll always
I’ll always
Love you

Deixo-vos com as duas versões. Tem graça ouvir as duas de seguida. Parecem, quase, músicas diferentes…

E agora, só para se rirem, deixo-vos o link [AQUI] para a melhor interpretação que já viram desta canção… Alguém me dá emprego?

beijinhos

My Favourite Love Song #7

Outubro 6, 2014 in BOOKS & SONGS

All I Know

Esta música é um “peso pesado” na memória dos meus afetos. Sabem aquela música que nos faz, literalmente, parar!? Quando ouço All I know não há como prosseguir vivendo em normalidade. Deixo de conseguir falar ou ouvir. Entro imediatamente num estado de semi -hibernação. Um estado que só quem já sofreu um sério caso de paixão e o associou a uma música sabe do que estou a falar… Porque os sofredores de amor, quando ouvem certas músicas ficam letárgicos. É suporto ser mesmo assim…. o coração desacelera e começa a bater ao ritmo da melodia. Notem no entanto que este problema não assiste as paixões correspondidas. Fala-se aqui daquele amor impossível e não consumado, minhas amigas. Complicado, sofrido e platónico…. padeci desse mal com 16 anos, vejam lá vocês que grande injustiça….

Se tenho alguma jovem (sofredora) a ler-me neste momento, queria só deixar aqui uma mensagem de esperança…. Começar a nossa vida amorosa da pior maneira tem uma coisa boa… tudo o que vem a seguir é para positivos! : )

A coisa mais importante que temos e devemos fazer em relação ao amor é nunca o desacreditar. Deixar sempre para ele um espaço no nosso coração. E pelo meio, ouvir All I Know. Vão ver que ajuda!

All I Know foi gravada pela primeira vez em 1973 , pelo extraordinário Art Garfunkel para o seu primeiro álbum a solo a que deu o nome Angel Clare.  A música e letra são da autoria do cantor e compositor de música Country Jimmy Webb.

All I Know from Art Garfunkel

I bruise you, you bruise me
We both bruise too easily, too easily to let it show
I love you and that’s all I know .
All my plans have fallin’ through,
All my plans depend on you, depend on you to help them grow,
I love you and that’s all I know.
When the singer’s gone let the song go on…
But the ending always comes at last,
Endings always come too fast,
They come too fast but they past too slow,
I love you and that’s all I know .
When the singer’s gone let the song go on,
It’s a fine line between the darkness and the dawn.
They say in the darkest night there’s a light beyond
But the ending always comes at last,
Endings always come too fast,
They come too fast
But they past too slow,
I love you, and that’s all I know.
That’s all I know, that’s all I know.

 

BEIJINHOS E BOA 2a FEIRA!

MARIA

My favourite Love Song #6

Agosto 25, 2014 in BOOKS & SONGS

top gun

Esta musica é uma relíquia dos anos oitenta e uma canção de amor de mão cheia! Imagino que se a dissociarmos do filme que a tornou lendária talvez não tenha metade da graça. Take my breath away é Top Gun e Top Gun é Take my breath away. Disso não tenho a menor duvida. Aos primeiros acordes, não há como não recordar a carinha laroca do nosso amigo Tom Cruise, então um jovem de 24 aninhos… que vestia a pele de Maverick. Um piloto da Navy’s Fighter Weapons School (conhecidos por Top Gun) que fazia o meu coração acelarar para ritmos que  seriam impensáveis com qualquer rapaz dos meus conhecimentos terrenos. Depois de Jeff Bridges, este Tom tinha vindo ao mundo para me baralhar os sentidos! E eu fiquei tão atordoada que fui ver o filme umas 5 vezes. Mas nenhuma tão intensa como a primeira. Cascais – 1986, cinema Oxford, 15 anos… até me lembro o que tinha vestido nessa noite. Nunca se esquece um “first date”! – Grande filme este Top Gun!! Penso que qualquer rapariga com idade próxima à minha não me deixa mentir, certo??!!! – A paixão foi um caso sério e geral… o pacote era todo muito bom… o olho verde, o porte atlético, a irreverência, a determinação, o sorriso, a mota, os óculos aviator, o casaco de pele, o avião… OMG! Caso para dizer… Take me to bed or lose me forever! Ou Take my breath away! Ou Faz o que quiseres, mas faz qualquer coisa!

A música foi o grande êxito da banda Norte Americana Berlin. No ano do lançamento do filme, ganhou não só um Golden Globe como um Oscar da Academia para melhor música original para um filme. Bem merecido! Sobreviveu ao tempo e a tudo e continua, ainda hoje, a levantar uns cabelinhos na nuca e uns pelinhos nos braços quando a ouvimos!

Para babar só mais um bocadinho e para quem tem mais 2 minutos…  o trailer original do lendário TOP GUN!

Espero que esta tenha sido uma ótima forma de começar uma segunda feira de trabalho. Para muitos, uma segunda feira que marca a volta à rotina de trabalho! Boas energias e muitos suspiros para todas!

BEIJINHOS,

MARIA

In English

This song is an eighties treasure and a great and timeless love song! I imagine that if we dissociate it from the movie that made it legendary it might not have half it’s greatness. Take my breath away is Top Gun and Top Gun is Take my breath away. No doubt about it. At the first chord, we can’t help but recall our old time buddy  Tom Cruise’s, then a 24 year old young man … playing the delightful Maverick. A Navy’s Fighter Weapons School pilot (known as Top Gun) that made my heart beat to a level that I would have think impossible at least with any earth living guy. After Jeff Bridges, Tom had come to this world to shuffle my senses! And I was so stunned that I went and watched the movie about 5 times. But none as intense as the first one… Cascais – 1986 , Oxford movie theatre , 15 years old… I even  remember what I was wearing that night. We never forget a good first date! – Great movie this  Top Gun !! I think any girl close to my age will not let me lie, right?? !!! – I think we all felt in love all together … the whole package was very good … the green eye, the athletic kind, the irreverence, the determination, the smile, the bike, the aviator glasses, the leather jacket, the plane … OMG! Case to say … Take me to bed or lose me forever! Or Take my breath away! Or do what you want, but do something!

The song was the great success of the North American (from California) band Berlin. In the year the film was released, it not only won a Golden Globe but also an Oscar from the Academy for best original song for a movie. Well deserved! It lived through time and today it still raises a few hairs in the back of our heads when we hear it!

Hope you all have a great week! For those who just got back from summer vacation, I wish you a great star at work!

XOXO,

Maria

 

A story about Little Infinities…

Junho 30, 2014 in BOOKS & SONGS, MOVIES & PLAYS

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O Filme chama-se “The Fault in our Stars” (A Culpa é das Estrelas) e foi baseado no romance com o mesmo nome, do autor norte americano John Green. Para além de ser uma história comovente, daquelas que nos levam às lágrimas ( a mim, em particular, praticamente ao soluço desenfreado), as atuações são belíssimas e a adaptação ao cinema é brilhante. Saí da sala a achar que tinha assistido a uma das mais comoventes estórias de amor dos últimos tempos. Dois jovens em fase terminar de cancro que se cruzam e se apaixonam da forma mais comovente que vos possa passar pela cabeça. Uma lição de vida, de amor, de bravura, resiliência, altruísmo, compaixão, humor… tudo encapsulado numa história sobre um “breve infinito”. Ela chamava-se Hazel Grace (interpretada pela talentosa Shailene Woodley) e ele Augustus Waters (ator Ansel Elgort, que não conhecia, mas que prevejo vir a partir muitos corações).

Ele pediu-lhe, em vida, que ela escrevesse um elogio fúnebre para ler no seu funeral….. Nunca me vou esquecer desta carta de amor!

My name is Hazel. Augustus Waters was the great star-crossed love of my life. Ours was an epic love story, and I won’t be able to get ore than a sentence into it without disappearing into a puddle of tears. Gus knew. Gus knows. I will not tell your our love story, because – like all real love stories – it will die with us, as it should. I’d hoped that he’d be eulogizing me, because there’s no one I’d rather have…

I can’t talk about our love story, so I will talk about math. I am not a mathematician, but I know this. There are infinite numbers between 0 and 1. There’s .1 and .12 and .112 and an infinite collection of others. Of course, there is a bigger infinite set of numbers between 0 and 2, or between 0 and a million. Some infinities are bigger than other infinities. A writer we used to like taught us that. There are days, many of them, when I resent the size of my unbounded set. I want more numbers than I’m likely to get, and God, I want more numbers for Augustus Waters than he got. But, Gus, my love, I cannot tell you how thankful I am for our little infinity. I wouldn’t trade it for the world. You gave me a forever within the numbered days, and I’m grateful.”

Hazel Grace

Em Português 

“Chamo-me Hazel. Augustus Waters foi o grande amor da minha vida… gostámos um do outro como duas estrelas que se cruzam. A nossa história de amor foi épica, e mais não consigo contar-vos sem me afogar em lágrimas. O Gus sabia. O Gus sabe. Simplesmente não vos vou contar a nossa história de amor porque, como todas as histórias de amor de verdade, vai morrer conosco, como é suposto. Sempre imaginei esta cena de uma forma inversa, em que quem estaria aqui a fazer um elogio fúnebre seria o Gus… no meu enterro. Porque não há ninguém no mundo que eu gostasse mais que me fizesse essa ultima homenagem. Como é que vou conseguir não chorar?….

Como não vos consigo falar da nossa história de amor, vou falar-vos sobre matemática. Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Existe o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem gostávamos ensinou-nos isso. Alguns dias, na maior parte deles, fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas, Gus, meu amor, não imaginas o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada neste mundo. Deste-me uma eternidade dentro dos nossos dias que eram tão limitados, e eu sou imensamente grata por isso.”

Hazel Grace

Se ainda não foram ver este filme, não esperem! – Não há como não adorar….


Se tiverem dois minutos vejam este curto video que captou imagens das diferentes reações de jovens teenagers a esta emocionante história de amor. É muito engraçado perceber as diferentes percepções a uma realidade que quase todos descrevem como sendo completamente alheia à sua.

BEIJINHOS,

MARIA

 

In English

The movie is called “The Fault in our Stars” and was based on the best selling novel with the same name by north American author John Green. Besides being a very emotional story, those that lead us to tears (me, in particular, virtually unbridled sob), the acting is beautiful and the film adaptation is brilliant. I left the movies thinking that I had just witness one of the most moving love stories… Two teenagers that meet at a point in their lives where they are both struggling with terminal stage cancer and fall in love in the most delightful way that you can imagine. A lesson in life, love, bravery, resilience, selflessness, compassion, humor … all encapsulated in a story about an “infinite eternity.” Her name was Hazel Grace (played by talented Shailene Woodley ) and he was Augustus Waters (actor Ansel Elgort, whom I didn’t know, but I foresee becoming a heartbreaker).

He asked her in life, if she would right an eulogy to read at his funeral ….. I’ll never forget this love letter!

“My name is Hazel. Augustus Waters was the great star-crossed love of my life. Ours was an epic love story, and I won’t be able to get ore than a sentence into it without disappearing into a puddle of tears. Gus knew. Gus knows. I will not tell your our love story, because – like all real love stories – it will die with us, as it should. I’d hoped that he’d be eulogizing me, because there’s no one I’d rather have…

I can’t talk about our love story, so I will talk about math. I am not a mathematician, but I know this. There are infinite numbers between 0 and 1. There’s .1 and .12 and .112 and an infinite collection of others. Of course, there is a bigger infinite set of numbers between 0 and 2, or between 0 and a million. Some infinities are bigger than other infinities. A writer we used to like taught us that. There are days, many of them, when I resent the size of my unbounded set. I want more numbers than I’m likely to get, and God, I want more numbers for Augustus Waters than he got. But, Gus, my love, I cannot tell you how thankful I am for our little infinity. I wouldn’t trade it for the world. You gave me a forever within the numbered days, and I’m grateful.”

Hazel Grace

Do go see this movie. It’s truly special!

XOXO,

MARIA

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